quinta-feira, 29 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
IN EMINENTI APOSTOLATUS SPECULA
BULA PAPAL DE CLEMENTE XII
28 DE ABRIL DE 1738
28 DE ABRIL DE 1738
CLEMENTE, bispo, servo dos servos de Deus a todos os fiéis, Saudações e Bênçãos Apostólicas.
Uma vez que a divina clemência colocou-Nos, mesmo nossos méritos não estando à altura de tal tarefa, no alto da torre do relógio do Apostolado com o dever de cuidado pastoral confiando em Nós, e tendo sido chamada a Nossa atenção, na medida em que foi concedida a Nós vinda do alto, com incessantes cuidados a todas essas coisas através do qual a integridade da religião ortodoxa é mantida a partir de erros e vícios, impedindo a sua entrada, e pelos quais os perigos de perturbação da maior parte dos tempos são repelidos de todo o mundo católico.
Agora, chegou a Nossos ouvidos, e o tema geral deixou claro, que certas Sociedades, Companhias, Assembléias, Reuniões, Congregações ou Convenções chamadas popularmente de Liberi Muratori ou Franco-Maçons ou por outros nomes, de acordo com as várias línguas, estão se difundindo e crescendo diariamente em força; e que homens de quaisquer religiões ou seitas, satisfeito com a aparência de
probidade natural, estão reunidos, de acordo com seus estatutos e leis estabelecidas por eles, através de um rigoroso e inquebrantável vínculo que os obriga, tanto por um juramento sobre a Bíblia Sagrada quanto por uma variedade de severos castigos, a um inviolável silêncio sobre tudo o que eles fazem em segredo em conjunto.
Mas é parte da natureza do crime trair a si própria e para mostrar ao seu próprio clamor. Assim, estas citadas Sociedades ou Convenções têm causado na mente dos fiéis a maior suspeita, e todos os homens prudentes e íntegros tem apresentado o mesmo juízo sobre eles como sendo pervertidos e depravados. Pois se eles não estão fazendo mal, então não deveriam ter um ódio tão grande da luz. De fato, este rumor tem crescido a tais proporções que, em vários países estas sociedades têm sido proibidas pelas autoridades civis como sendo contra a segurança pública, e por algum tempo pareceu terem sido prudentes eliminados.
Por conseguinte, tendo em mente o grande prejuízo que é muitas vezes causado por essas Sociedades ou Convenções não só para a paz do Estado temporal, mas também para o bem-estar das almas, e percebendo que eles não possuem, por qualquer das sanções civis ou canônica; e uma vez que Nós somos inspirados pela palavra divina que é a parte do fiel servo e do comandante da casa do Senhor para assistir dia e noite o açoite de tais homens contra o lar agindo como ladrões e, como raposas que procuram destruir a vinha; de fato, para evitar que os corações dos simples sejam pervertidos e os inocentes sejam feridos secretamente por suas flechas e para bloquear a ampla estrada que poderia ser aberta para a ação de pecado e pelas justas e razoáveis motivações conhecidas por Nós; e por isso, depois de ter tomado conselho de alguns de nossos Veneráveis Irmãos entre os Cardeais da Santa Igreja Romana, e também de nossa própria reflexão a partir de certos conhecimentos e de madura deliberação, com a plenitude do poder apostólico, que decidimos fazer e decretar que estas mesmas Sociedades, Companhias, Assembléias, Reuniões, Congregações,ou Convenções de Liberi Muratori ou de Franco-Maçons, ou de qualquer outro nome que estas possam vir a possuir, estão condenadas e proibidas, e por Nossa presente Constituição, válida para todo o sempre, condenadas e proibidas.
Deste modo, Nós ordenamos precisamente, em virtude da santa obediência, que todos os fiéis de qualquer estado, grau, condição, ordem, dignidade ou preeminência, seja esta clerical ou laica, secular ou regular, mesmo aqueles que têm direito a menção específica e individual, sob qualquer pretexto ou por qualquer motivo, devam ousar ou presumir o ingresso, propagar ou apoiar estas sociedades dos citados Liberi Muratori ou Franco-maçons, ou de qualquer outra forma como sejam chamados, recebê-los em suas casas ou habitações ou escondê-los, associar-se a eles, juntar-se a eles, estar presente com eles ou dar-lhes permissão para se reunirem em outros locais, para auxiliá-los de qualquer forma, dar-lhes, de forma alguma, aconselhamento, apoio ou incentivo, quer abertamente ou em segredo, direta ou indiretamente, sobre os seus próprios ou através de terceiros; nem a exortar outros ou dizer a outros, incitar ou persuadir a serem inscritos em tais sociedades ou a serem contados entre o seu número, ou apresentar ou a ajudá-los de qualquer forma; devem todos (os fiéis) permanecerem totalmente à parte de tais Sociedades, Companhias, Assembléias, Reuniões, Congregações ou Convenções, sob pena de excomunhão para todas as pessoas acima mencionadas, apoiadas por qualquer manifestação, ou qualquer declaração necessária, e a partir da qual ninguém poderá obter o benefício da absolvição, mesmo na hora da morte, salvo através de Nós mesmos ou o Pontífice Romano da época.
Além disso, Nós desejamos e ordenamos que todos os bispos e prelados, e outras autoridades locais, bem como os inquisidores de heresia, investiguem e procedam contra os transgressores, independentemente da situação, grau, condição, ordem de dignidade ou preeminência que venham a ter; e que venham a perseguir e punir a todos com as sanções competentes da mais alta suspeição de heresia. Para cada um destes e a todos destes Nós concedemos e garantimos a livre faculdade de solicitar o auxílio do braço secular, em caso de necessidade, para investigar e proceder contra aqueles mesmo transgressores e para persegui-los e puni-los de acordo com as competentes sanções.
Por conseguinte, tendo em mente o grande prejuízo que é muitas vezes causado por essas Sociedades ou Convenções não só para a paz do Estado temporal, mas também para o bem-estar das almas, e percebendo que eles não possuem, por qualquer das sanções civis ou canônica; e uma vez que Nós somos inspirados pela palavra divina que é a parte do fiel servo e do comandante da casa do Senhor para assistir dia e noite o açoite de tais homens contra o lar agindo como ladrões e, como raposas que procuram destruir a vinha; de fato, para evitar que os corações dos simples sejam pervertidos e os inocentes sejam feridos secretamente por suas flechas e para bloquear a ampla estrada que poderia ser aberta para a ação de pecado e pelas justas e razoáveis motivações conhecidas por Nós; e por isso, depois de ter tomado conselho de alguns de nossos Veneráveis Irmãos entre os Cardeais da Santa Igreja Romana, e também de nossa própria reflexão a partir de certos conhecimentos e de madura deliberação, com a plenitude do poder apostólico, que decidimos fazer e decretar que estas mesmas Sociedades, Companhias, Assembléias, Reuniões, Congregações,ou Convenções de Liberi Muratori ou de Franco-Maçons, ou de qualquer outro nome que estas possam vir a possuir, estão condenadas e proibidas, e por Nossa presente Constituição, válida para todo o sempre, condenadas e proibidas.
Deste modo, Nós ordenamos precisamente, em virtude da santa obediência, que todos os fiéis de qualquer estado, grau, condição, ordem, dignidade ou preeminência, seja esta clerical ou laica, secular ou regular, mesmo aqueles que têm direito a menção específica e individual, sob qualquer pretexto ou por qualquer motivo, devam ousar ou presumir o ingresso, propagar ou apoiar estas sociedades dos citados Liberi Muratori ou Franco-maçons, ou de qualquer outra forma como sejam chamados, recebê-los em suas casas ou habitações ou escondê-los, associar-se a eles, juntar-se a eles, estar presente com eles ou dar-lhes permissão para se reunirem em outros locais, para auxiliá-los de qualquer forma, dar-lhes, de forma alguma, aconselhamento, apoio ou incentivo, quer abertamente ou em segredo, direta ou indiretamente, sobre os seus próprios ou através de terceiros; nem a exortar outros ou dizer a outros, incitar ou persuadir a serem inscritos em tais sociedades ou a serem contados entre o seu número, ou apresentar ou a ajudá-los de qualquer forma; devem todos (os fiéis) permanecerem totalmente à parte de tais Sociedades, Companhias, Assembléias, Reuniões, Congregações ou Convenções, sob pena de excomunhão para todas as pessoas acima mencionadas, apoiadas por qualquer manifestação, ou qualquer declaração necessária, e a partir da qual ninguém poderá obter o benefício da absolvição, mesmo na hora da morte, salvo através de Nós mesmos ou o Pontífice Romano da época.
Além disso, Nós desejamos e ordenamos que todos os bispos e prelados, e outras autoridades locais, bem como os inquisidores de heresia, investiguem e procedam contra os transgressores, independentemente da situação, grau, condição, ordem de dignidade ou preeminência que venham a ter; e que venham a perseguir e punir a todos com as sanções competentes da mais alta suspeição de heresia. Para cada um destes e a todos destes Nós concedemos e garantimos a livre faculdade de solicitar o auxílio do braço secular, em caso de necessidade, para investigar e proceder contra aqueles mesmo transgressores e para persegui-los e puni-los de acordo com as competentes sanções.
Dada e traçada em Roma, em Santa Maria Maior, no ano de 1738 de Nosso Senhor.
Universis Christifidelibus
In eminenti Apostolatus specula, meritis licet imparibus, divina disponente clementia, constituti iuxta creditum nobis pastoralis providentiae debitum iugi, quantum ex alto conceditur, solicitudinis studio iis intendimus, per quae erroribus, vitiisque aditu intercluso, Orthodoxae Religionis potissimum servetur integritas, atque ab universo Catholico Orbe difficillimis hisce temporibus perturbationum pericula propellantur.
§ 1. Sane vel ipso rumore publico nunciante, Nobis innotuit longe, lateque progredi, atque in dies invalescere nonnullas Societates, Coetus, Conventus, Collectiones, Aggregationes, seu Conventicula, vulgo de liberi Muratori seu Francs Massons, aut alia quavis nomenclatura pro idiomatum varietate nuncupata, in quibus cuiuscumque Religionis, et Sectae homines affectata quadam contenti honestatis naturalis specie, arcto aeque, ac impervio foedere secundum leges, et statuta sibi condita invicem consociantur; quaeque simul clam operantur, tum districto iureiurando ad Sacra Biblia interposito, tum gravium poenarum exaggeratione inviolabili silentio obtegere adstringuntur. Verum cum ea sit sceleris natura, ut se ipsum prodat, et clamorem edat sui indicem, hinc Societates, seu Conventicula praedicta vehementem adeo Fidelium mentibus suspicionem ingesserunt, ut iisdem aggregationibus nomen dare apud prudentes, et probos idem omnino sit, ac pravitatis, et perversionis notam incurrere; nisi enim male agerent, tanto nequaquam odio lucem haberent. Qui quidem rumor eo usque percrebuit, ut in plurimis Regionibus memoratae Societates per saeculi Potestates tanquam Regnorum securitati adversantes proscriptae, ac provide eliminatae iampridem extiterint.
§ 2. Nos itaque animo evolventes gravissima damna, quae ut plurimum ex huiusmodi Societatibus, seu Conventiculis nedum temporalis Reipublicae tranquillitati, verum etiam spirituali animarum saluti inferuntur, atque idcirco tum Civilibus, tum Canonicis minime cohaerere Sanctionibus, cum divino eloquio doceamur, die noctuque more servi fidelis, et prudentis Dominicae Familiae praepositi vigilandum esse, ne huiusmodi hominum genus veluti fures Domum perfodiant, atque instar Vulpium vineam demoliri nitantur, ne videlicet simplicium corda pervertant, atque innoxios sagittent in occultis, ad latissimam, quae iniquitatibus impune patrandis inde aperiri posset, viam obstruendam, aliisque de iustis, ac rationabilibus causis nobis notis, easdem Societates, Coetus, Conventus, Collectiones, Aggregationes seu Conventicula de liberi Muratori, seu Francs Massons, aut alio quocumque nomine appellata, de nonnullorum Venerabilium Fratrum Nostrorum Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalium Consilio, ac etiam motu proprio, et ex certa scientia, ac matura deliberatione nostris, deque Apostolicae potestatis plenitudine damnanda, et prohibenda esse statuimus, et decrevimus, prout praesenti nostra perpetuo valitura Constitutione damnamus, et prohibemus.
§ 3. Quocirca omnibus, et singulis Christifidelibus cuiuscumque status, gradus, conditionis, ordinis, dignitatis, et praeeminentiae, sive laicis, vel Clericis tam Saecularibus quam Regularibus, etiam specifica, et individua mentione, et expressione dignis districte, et in virtute sanctae obedientiae praecipimus, ne quis sub quovis praetextu, aut quaesito colore audeat, vel praesumat praedictas Societates, de liberi Muratori, seu Francs Massons, aut alias nuncupatas inire, vel propagare, confovere, ac in suis aedibus, seu Domibus, vel alibi receptare, atque occultare, iis adscribi, aggregari, aut interesse, vel potestatem, seu commoditatem facere, ut alicubi convocentur, iisdem aliquid ministrare, sive alias consilium, auxilium, vel favorem palam, aut in occulto, directe, vel indirecte per se, vel alios quoquo modo praestare, nec non alios hortari, inducere, provocare, aut suadere, ut huiusmodi Societatibus adscribantur, annumerentur, seu intersint, vel ipsas quomodolibet iuvent, ac foveant, sed omnino ab iisdem Societatibus, Coetibus, Conventibus, Collectionibus, Aggregationibus, seu Conventiculis prorsus abstinere se debeant, sub poena excommunicationis per omnes, ut supra contrafacientes ipso facto absque ulla declaratione incurrenda, a qua nemo per quemquam nisi per nos, seu Romanum Pontificem pro tempore existentem, praeterquam in articulo mortis constitutus, absolutionis beneficium valeat obtinere.
§ 4. Volumus insuper, et mandamus, ut tam Episcopi, et Praelati Superiores, aliique locorum Ordinarii, quam haereticae pravitatis ubique locorum deputati Inquisitores adversus transgressores cuiuscumque sint status, gradus, conditionis, ordinis, dignitatis, vel praeeminentiae, procedant, et inquirant, eosque tanquam de haeresi vehementer suspectos condignis poenis puniant, atque coerceant; iis enim, et eorum cuilibet contra eosdem transgressores procedendi, et inquirendi, ac condignis poenis coercendi, et puniendi, invocato etiam ad hoc, si opus fuerit, brachii saeculaaris auxilio liberam facultatem tribuimus et impartimur.
§ 5. Volumus autem ut earumdem praesentium transumptis, etiam impressis manu alicuius notarii publici subscriptis et sigillo personae in dignitate ecclesiastica constitutae munitis, eadem fides prorsus adhibeatur, quae ipsis originalibus litteris adhiberetur si forent exhibitae vel ostensae.
§ 6. Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrae declarationis, damnationis, mandati, prohibitionis et interdictionis infringere, vel ei ausu temerario contraire; si quis autem hoc attentare praesumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum.
In eminenti Apostolatus specula, meritis licet imparibus, divina disponente clementia, constituti iuxta creditum nobis pastoralis providentiae debitum iugi, quantum ex alto conceditur, solicitudinis studio iis intendimus, per quae erroribus, vitiisque aditu intercluso, Orthodoxae Religionis potissimum servetur integritas, atque ab universo Catholico Orbe difficillimis hisce temporibus perturbationum pericula propellantur.
§ 1. Sane vel ipso rumore publico nunciante, Nobis innotuit longe, lateque progredi, atque in dies invalescere nonnullas Societates, Coetus, Conventus, Collectiones, Aggregationes, seu Conventicula, vulgo de liberi Muratori seu Francs Massons, aut alia quavis nomenclatura pro idiomatum varietate nuncupata, in quibus cuiuscumque Religionis, et Sectae homines affectata quadam contenti honestatis naturalis specie, arcto aeque, ac impervio foedere secundum leges, et statuta sibi condita invicem consociantur; quaeque simul clam operantur, tum districto iureiurando ad Sacra Biblia interposito, tum gravium poenarum exaggeratione inviolabili silentio obtegere adstringuntur. Verum cum ea sit sceleris natura, ut se ipsum prodat, et clamorem edat sui indicem, hinc Societates, seu Conventicula praedicta vehementem adeo Fidelium mentibus suspicionem ingesserunt, ut iisdem aggregationibus nomen dare apud prudentes, et probos idem omnino sit, ac pravitatis, et perversionis notam incurrere; nisi enim male agerent, tanto nequaquam odio lucem haberent. Qui quidem rumor eo usque percrebuit, ut in plurimis Regionibus memoratae Societates per saeculi Potestates tanquam Regnorum securitati adversantes proscriptae, ac provide eliminatae iampridem extiterint.
§ 2. Nos itaque animo evolventes gravissima damna, quae ut plurimum ex huiusmodi Societatibus, seu Conventiculis nedum temporalis Reipublicae tranquillitati, verum etiam spirituali animarum saluti inferuntur, atque idcirco tum Civilibus, tum Canonicis minime cohaerere Sanctionibus, cum divino eloquio doceamur, die noctuque more servi fidelis, et prudentis Dominicae Familiae praepositi vigilandum esse, ne huiusmodi hominum genus veluti fures Domum perfodiant, atque instar Vulpium vineam demoliri nitantur, ne videlicet simplicium corda pervertant, atque innoxios sagittent in occultis, ad latissimam, quae iniquitatibus impune patrandis inde aperiri posset, viam obstruendam, aliisque de iustis, ac rationabilibus causis nobis notis, easdem Societates, Coetus, Conventus, Collectiones, Aggregationes seu Conventicula de liberi Muratori, seu Francs Massons, aut alio quocumque nomine appellata, de nonnullorum Venerabilium Fratrum Nostrorum Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalium Consilio, ac etiam motu proprio, et ex certa scientia, ac matura deliberatione nostris, deque Apostolicae potestatis plenitudine damnanda, et prohibenda esse statuimus, et decrevimus, prout praesenti nostra perpetuo valitura Constitutione damnamus, et prohibemus.
§ 3. Quocirca omnibus, et singulis Christifidelibus cuiuscumque status, gradus, conditionis, ordinis, dignitatis, et praeeminentiae, sive laicis, vel Clericis tam Saecularibus quam Regularibus, etiam specifica, et individua mentione, et expressione dignis districte, et in virtute sanctae obedientiae praecipimus, ne quis sub quovis praetextu, aut quaesito colore audeat, vel praesumat praedictas Societates, de liberi Muratori, seu Francs Massons, aut alias nuncupatas inire, vel propagare, confovere, ac in suis aedibus, seu Domibus, vel alibi receptare, atque occultare, iis adscribi, aggregari, aut interesse, vel potestatem, seu commoditatem facere, ut alicubi convocentur, iisdem aliquid ministrare, sive alias consilium, auxilium, vel favorem palam, aut in occulto, directe, vel indirecte per se, vel alios quoquo modo praestare, nec non alios hortari, inducere, provocare, aut suadere, ut huiusmodi Societatibus adscribantur, annumerentur, seu intersint, vel ipsas quomodolibet iuvent, ac foveant, sed omnino ab iisdem Societatibus, Coetibus, Conventibus, Collectionibus, Aggregationibus, seu Conventiculis prorsus abstinere se debeant, sub poena excommunicationis per omnes, ut supra contrafacientes ipso facto absque ulla declaratione incurrenda, a qua nemo per quemquam nisi per nos, seu Romanum Pontificem pro tempore existentem, praeterquam in articulo mortis constitutus, absolutionis beneficium valeat obtinere.
§ 4. Volumus insuper, et mandamus, ut tam Episcopi, et Praelati Superiores, aliique locorum Ordinarii, quam haereticae pravitatis ubique locorum deputati Inquisitores adversus transgressores cuiuscumque sint status, gradus, conditionis, ordinis, dignitatis, vel praeeminentiae, procedant, et inquirant, eosque tanquam de haeresi vehementer suspectos condignis poenis puniant, atque coerceant; iis enim, et eorum cuilibet contra eosdem transgressores procedendi, et inquirendi, ac condignis poenis coercendi, et puniendi, invocato etiam ad hoc, si opus fuerit, brachii saeculaaris auxilio liberam facultatem tribuimus et impartimur.
§ 5. Volumus autem ut earumdem praesentium transumptis, etiam impressis manu alicuius notarii publici subscriptis et sigillo personae in dignitate ecclesiastica constitutae munitis, eadem fides prorsus adhibeatur, quae ipsis originalibus litteris adhiberetur si forent exhibitae vel ostensae.
§ 6. Nulli ergo omnino hominum liceat hanc paginam nostrae declarationis, damnationis, mandati, prohibitionis et interdictionis infringere, vel ei ausu temerario contraire; si quis autem hoc attentare praesumpserit, indignationem omnipotentis Dei ac beatorum Petri et Pauli apostolorum eius se noverit incursurum.
Datum Romae, apud S. Mariam Maiorem, anno incarnationis dominicae MDCCXXXVIII, IV kalendas maii, pontificatus nostri anno VIII.
Cfr. CLEMENS XII, Litt. ap. In eminenti, 28 apr. 1738, in Bullarium Romanum, taurinensis ed., t. XXIV, 365-367.
Maçons em Portugal
- D. José I ?
- D. João VI ?
- D. José, Príncipe do Brasil
- Marquês de Pombal
- Marechal Duque de Saldanha
- D. Pedro I e IV do Brasil e Portugal, Grão Mestre da Maçonaria Brasileira
- D.Fernando II
- Francisco de Sousa Cirne de Madureira
- José da Silva Carvalho, Par do Reino, Fundador do Supremo Tribunal de Justiça, Ministro dos Negócios Eclesiásticos, etc., Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano (1823/1839), Grão Mestre do Grande Oriente do Rito Escocês (1839/...)
- Doutor João Lopes de Moraes, Lente de Medicina, da Loja Filadélfia em Coimbra
- António José de Almeida, Presidente da República, Grão Mestre em 1928
- Sebastião de Magalhães Lima, Grão Mestre 1907/1928
- Afonso Costa, Primeiro Ministro
- Gomes Freire de Andrade
- Elias Garcia, Grão Mestre 1885/6 e 1888/1889
- Costa Cabral, 1º marquês de Tomar, Grão Mestre 1841/1849
- Silva Cabral, 1º conde de Tomar
- Rodrigo da Fonseca Magalhães
- Doutor A. H. de Oliveira Marques
- 1º duque de Palmela ?
- 1º duque de Loulé
- Duque da Terceira
- Fontes Pereira de Melo
- Mário Soares, Presidente da República
- Manuel de Serpa Machado, deputado em 1820
- António Vieira de Magalhães, 1º visconde de Alpendurada
- João Inácio Francisco de Paula de Noronha, 2º Conde de Parati, Grão Mestre 1869/81
- António Augusto de Aguiar, Grão Mestre 1886/1887
- Bernardino Luís Machado Guimarães
- José Mendes Ribeiro Norton de Matos
- José Manuel da Cunha Faro Meneses Portugal da Gama carneiro e Sousa, 4º Conde de Lumiares;
- Francisco António de Campos, 1º Barão de Vila Nova de Foz Coa
- Marcelino Máximo de Azevedo e Melo, 1º Visconde de Oliveira
- Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos (TEIXEIRA DE PASCOAIS), iniciado em 1905 no triângulo nº 50, de Amarante, com o nome simbólico de "Gogol".
- D. Tomás José Xavier de Lima Vasconcelos Brito Nogueira Teles da Silva, 2º marquês de Ponte de Lima
- D. António de Saldanha da Gama, 1º conde do Porto Santo ?
- D. Pedro de Almeida Portugal, 3º marquês de Alorna ?
- D. Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, Alcipe, 4ª marquesa de Alorna, foi para-maçónica (estando a Maçonaria fechada ao sexo feminino)
- Manuel da Silva Passos (Passos Manuel)
- Fernandes Tomás, vintista, do Sinédrio
- Ferreira Borges, vintista, do Sinédrio
- Borges Carneiro, vintista, do Sinédrio
- João da Cunha Sottomayor, juiz, do Sinédrio, Grão Mestre em 1821
- Agostinho José Freire
- Caetano Gaspar de Almeida Noronha Portugal Camões de Albuquerque Moniz e Sousa, 3º Conde de Peniche
- António Nogueira Mimoso Guerra (Lagos, 08.09.1867 - Lisboa, 11.01.1950), Presidente do Conselho do Grande Oriente Lusitano (1930-1931) - Republicano histórico, foi Subsecretário da Guerra (1916), Deputado (1917) e Ministro da Guerra (1925). Por duas vezes foi Governador interino de Angola. Um dos maiores especialistas portugueses em geodesia e corografia, foi director da Administração Geral dos Serviços Geodésicos, Topográficos e Cadastrais (1923-1926) e do Instituto Geográfico e Cadastral (1926-1941). Bisneto do Major António José Nogueira Mimoso e de D. Maria Antónia Lampreia de Figueiredo, que estão na base de dados do GP.
- Domingos Correia Arouca (Castro Marim, 01.05.1790 - Lisboa, 24.01.1861), Grão-Mestre do Grande Oriente do Rito Escocês (1858?-1861) - Brigadeiro do Ultramar, foi Governador de Cabo Verde e de São Tomé e Príncipe, Fidalgo-Cavaleiro, Senador e Conselheiro de Estado. Neto do Capitão Domingos Gomes Correia Vilão e de D. Catarina Lopes Mascarenhas, que estão na base de dados do GP.
- Em Lagos:
Numeros, Nomes (Maç.º. / Prof.º.), Graus, Dignidades e Officios da L.º., Empregos Civis, Residencias.
2601, Guilherme Telle, MANOEL BERNARDO CHABI, 7, -, Coronel Governador de, Lagos.
2602, Publicula, JOSÉ ANTONIO FERREIRA BRAK LAMY, 7, -, Desembargador e Ouvidor das, Alagoas.
2603, Melchiades, MATHEUS ANTONIO PEREIRA DA SILVA, 7, 2.º. Vig.º., Juiz de fóra de, Lagos.
2604, Catão, JOÃO BAPTISTA DA SILVA LOPES, 7, Secret.º., Proprietario, » (Lagos).
2605, Annibal, RODRIGO VITO PEREIRA DA SILVA, 7, Ven..º., Coronel d'infantaria n.º 2, » (Lagos).
2606, Pompeu, PEDRO MASCARENHAS, 4, Arq.º. Dc.º., Tenente-Coronel Reformado, Faro.
2607, Francklim, JOAQUIM ANTONIO VALINHO, 3, » (Arq.º. Dc.º.), Cónego da Sé de, » (Faro).
2608, Asmódeo, ANTONIO CORRÊA DE MENDONÇA PESSANHA, 3, Chanc.º. Arq.º., Guarda-mór de Saude de, Lagos.
2609, Tito, JOÃO JOSÉ ANTUNES GAIVÃO, 3, » (Chanc.º. Arq.º.), Coronel aggregado de milicias de, » (Lagos).
2610, Nevton, JOÃO ROSENDO DE MENDONÇA PESSANHA, 3, » (Chanc.º. Arq.º.), Tenente-Coronel Graduado d'infantaria n.º 2, » (Lagos).
2611, Pithagoras, PEDRO ALEXANDRE PEREIRA DA SILVA, 3, G.ª. Int.º., Major Graduado d'infantaria n.º 14, Tavira.
2612, Fabricio, MANOEL GOMES XAVIER, 3, G.ª. Ext.º., Alferes d'infantaria n.º 14, » (Tavira).
2613, Graccho, D. BARTHOLOMEU SALAZAR MOSCOSO, 3, » (G.ª. Ext.º.), Major Graduado d'infantaria n.º 2, Lagos.
2614, Sertorio, JOSÉ QUINTINO DIAS, 3, 2.º Exp.º., Tenente d'infantaria n.º 2, » (Lagos).
2615, Bruto, FRANCISCO CORRÊA DE MENDONÇA PESSANHA, 3, 1.º Vig.º., Major de Milicias de, » (Lagos).
2616, Washinton, JOSÉ BENTO DE BARAHONA FRAGOSO, 3, M.º. de Cer.º., Deão da Sé de, Faro.
2617, Esculapio, FRANCISCO MANOEL DA CRUZ, 3, » (M.º. de Cer.º.), Medico, » (Faro).
2618, Caligula, JERONYMO JOSÉ CARNEIRO, 3, » (M.º. de Cer.º.), Deputado em Côrtes, Lisboa.
2619, Eli, JOSÉ PEDRO DA SILVA GONÇALVES REIS, 3, Thez.º., Prior da, Villa do Bispo.
2620, Viriato, JOAQUIM NEVES, 3, Ter.º., Tenente de milicias de, Lagos.
2621, Numa, D. NICOLAU MORAL, 3, Hosp.º., Medico, » (Lagos).
2622, Lysanias, JOSÉ D'ABREU MACHADO, 3, Orad.º., Juiz de fóra de, Tavira.
2623, Alcibiades, MANOEL JOSÉ PEIXOTO, 3, 1.º Exp.º., Corregedor de, Lagos.
2624, Scipião, JOSÉ FRANCISCO DA COSTA, 1, » (1.º Exp.º.), Alferes d'infantaria n.º 14, Tavira.
2625, Solon, MANOEL MASCARENHAS ZUZARTE LOBO, 1, » (1.º Exp.º.), Proprietario, Lagos.
2626, Leonidas, MANOEL ALEXANDRE TRAVASSOS, 1, » (1.º Exp.º.), Ajudante d'infantaria n.º 14, Tavira.
2627, Galeno, PAULO JOSÉ DE BARROS, 1, » (1.º Exp.º.), Cirurgião-mór d'infantaria n.º 14, » (Tavira).
2628, Cornelio, FRANCISCO JOAQUIM NOGUEIRA MIMOSO, 1, » (1.º Exp.º.), Pagador d'infantaria n.º 14, » (Tavira).
2629, Aurelio, FR. VICENTE DE LIRA, 1, » (1.º Exp.º.), Prior do Convento da Graça, » (Tavira).
2630, Aquilles, JOAQUIM JOSÉ JORDÃO, 1, » (1.º Exp.º.), Cirurgião-mór d'infantaria n.º 2, Lagos.
- Francisco Joaquim Moreira Carneiro Borges de Sá Barreto, FCR, COX
- Henrique Correia de Vilhena, natural da ilha da Madeira
- Francisco Maria Corvo, da cidade de Lisboa
- abade de Gondar, José de S. Bernardino Botelho
- Francisco da Silva de Queirós, cónego
- José Luciano de Castro, Primeiro Ministro, Chefe do Partido Progressista
- Alexandre Alberto de Serpa Pinto da Costa
- José da Costa Pina
- General Norton de Matos, Grão Mestre
- José Alberto dos Reis, Presidente da Assembleia Nacional ?
- Oliveira Simões, Grão Mestre Adjunto de Norton de Matos
- Maurício Costa
- Luis Gonçalves Rebordão
- Marechal António Óscar Fragoso Carmona, Presidente da República
- Ramon Nonato de La Feria, médico
- General Luis Augusto Ferreira de Castro, Grão Mestre
- Sá Cardoso
- Freitas Ribeiro
- António Maria da Silva, Primeiro Ministro, Grão Mestre Adjunto, Chefe do Partido Democrático
- Ferreira de Castro, Grão Mestre 1900/1906
- Machado Santos, chefe da Carbonária, o da rotunda em 5 X 1910
- General Sidónio Paes, o Presidente-Rei
- Bernardino Machado, Presidente da República, Grão Mestre 1895/99
- Brito Camacho
- Francisco Gomes da Silva (Grão Mestre 1906/1907)
- Miguel Baptista Maciel, Grão Mestre 1881/85
- José de Castro, Grão Mestre Adjunto de Magalhães Lima
- Visconde de Ouguela, Grão Mestre 1889/95
- António Enes
- Joaquim António de Aguiar
- Rodrigues Sampaio
- Anselmo Braamcamp
- José Dias Ferreira
- Mendes Leal, ministro
- Bispo de Betsaida
- José Estêvão Coelho de Magalhães, orador, deputado, ministro
- José Fontana
- Camilo Castelo Branco, Escritor, 1º visconde de Corrêa Botelho
- Antero de Quental, Poeta
- Inocêncio da Silva
- Gomes de Brito
- Brito Rebelo
- Heliodoro Salgado
- Prof. Egas Moniz, Prémio Nobel
- Rafael Bordalo Pinheiro, artista, "Goya", da loja Restauração de Portugal
- Sebastião José de Sampaio Melo e Castro Lusignan, desembargador, neto do 1º marquês de Pombal, 1º Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano (1804)
- Hipolito José da Costa
- José Liberato Freire de Carvalho
- Carlos Mardel, húngaro, arquitecto da reconstrução de Lisboa
- John Coustos, suiço naturalizado inglês, lapidário de diamantes
- D. André de Moraes Sarmento, clérigo
- Abade Correia da Serra, da Academia das Ciências
- FIlinto Elísio, Poeta
- Ribeiro Sanches
- Avelar Brotero, Botânico
- Domingos Vandelli
- José Anastácio da Cunha
- José Liberato Freire de Carvalho
- Domingos Sequeira, Génio da Pintura
- José Maria Soares de Castelo Branco, clérigo
- Frei Francisco das Chagas
- José Maria Vasques Álvares da Cunha, 4º conde da Cunha
- Bernardo Correia de Castro Sepúlveda
- Frei António Evangelista Nobre
- Frei António de Loulé
- Frei António da Paixão
- Frei António de Santa Ana Correia
- D. José da Assunção Leote, clérigo
- José Lúcio Travassos Valdez (Bonfim)
- Thomas William Stubbs (Vila Nova de Gaia)
- João de Bettencourt, proprietário, Funchal
- João de Bettencourt, professor,Funchal
- Nicolau Caetano Bettencourt Pita
- José António Bettencourt
- Francisco de Paula Vieira da Silva Tovar, 1º barão e 1º visconde de Molelos
- João Baptista Leitão de Almeida Garrett, escritor, poeta e dramaturgo
- Tomás Oom, * Lx. 1794, loja "Sociedade Literaria Patriotica", Lx.1822/23, GOL
- Francisco Brum de Bettencourt
- Bernardo de Sá Nogueira, marquês de Sá da Bandeira
- Gaspar Teixeira de Magalhães e Lacerda ?
- José Xavier Mouzinho da Silveira, legislador
- José Pereira Cirne de Castro ?
- Sebastião Schiapa Pietra
- Vasco Pinto de Sousa Coutinho (Balsemão) ?
- Duarte Borges da Câmara Medeiros (Vila da Praia)
- José Paulino de Bettencourt Lemos
- António Feliciano de Castilho
- António Lobo Girão (Vilarinho de S. Romão)?
- João Faria Machado Pinto Roby
- Joaquim Augusto Kopke (Massarelos)
- António de Sousa Cirne ?
- Rodrigo de Sousa Teixeira da Silva Alcoforado (Vila Pouca) - consta também da lista dos oficiais concessionados de D. Miguel
- António Augusto de Carvalho Monteiro, o "Monteiro dos Milhões", senhor da Casa da Regaleira
- Alberto Eduardo Valado Navarro, 3º visconde da Trindade
- Bernardo Valentim Moreira de Sá, músico, professor, maestro (1853/1924)
- Vianna da Motta, músico, compositor, professor
- Mariano Cordeiro Feio
- J. de Carvalho Prostes
- Fernando Romão da Costa Ataíde e Teive de Sousa Coutinho, senhor de Baião, morgado da Ribeira Brava, FCR,Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano de 1809 a 1815 (?).
- Manuel Teles da Silva de Menezes e Castro, Príncipe de Silva Tarouca no Império, diplomata, fº do 4º conde de Tarouca. Amigo em Viena de Sebastião José de Carvalho.
- Henrique Xavier Baeta n. Salvaterra 1776, Médico, da loja Amizade - Lisboa 1820?-1823, GOL
- João Carlos de Morais Palmeiro n Lisboa 1793, Proprietário, idem
_ José Peixoto Sarmento de Queirós n. Amarante, Magistrado, ibidem
_ José de Meireles, Proprietário, loja Amor da Razão, Porto, 1821-23, GOL
- Feliciano José da Costa, loja Firmeza Lusitana, Lisboa 1821-1823
- Manuel Alves do Rio n. Braga 1777, Comerciante, idem
- Ricardo Gomes Costa, ibidem
- (António Cesário de Sousa Guerra) Quaresma, Comerciante, loja Fortaleza, Lx.1820(?)-1822(?) GOL
- António Pinheiro de Azevedo e Silva n. Sabrosa 1767, Clérigo, idem
- João Maria Soares de Castelo Branco, n. Lisboa 1767, Clérigo, idem
- José Aleixo Falcão de G.F. van Zeller, n. Lisboa 1762, Proprietário, idem
- José Ferrão de Mendonça e Sousa, n. Trancoso, Clérigo, idem
- José Joaquim ferreira de Moura, n. V.N. Foz Côa 1776, Magistrado, idem
- José Liberato Freire de Carvalho, n. Coimbra 1772, Professor, idem
- José de Melo de Castro e Abreu, idem
- José da Silva Carvalho, n. Sta. Comba 1782, Magistrado, idem
- Manuel Fernandes Tomás, n. Fig. Foz 1771, Magistrado, idem
- Domingos José Vital, n. Castelo Branco, loja 1º de Outubro, Lx. 1821/23, GOL
- José Joaquim Ferreira de Moura (supra), idem
- José da Siva Carvalho (supra), idem
- António Florêncio Reicha, Of. Exército, Loja Regeneração, Lisboa 1805/1820- 1821/1823, GOL
- Caetano José de Carvalho, n. Cast Vide 1775-80, Comerciante, idem
- Diogo Folque, idem
- Frei Francisco das Chagas, Clérigo, idem
- Henrique Xavier Baeta (supra), idem
- Joaquim Fortuna, idem
- Joaquim José da Cunha, idem
- Joaquim José da Gama, Func. Público, idem
- José Lucas Cordeiro, ofic. Exército, idem
- José Faustino de Pina, idem
- José Maria de Aguilar Córdova, Func. Público, idem
- José Maria Vasques Álvares da Cunha (Conde da Cunha), * VFranca 1793, Proprietário, supra, idem
- José Nicolau da Costa, idem
- Manuel de Castro Pereira de Mesquita n. V.N. Foz Coa 1778, Of. Exército, idem
- Manuel Solitano Torrado Figueroa, n. Espanha, idem
- Miguel Calmon Dupin Almeida (Abrantes), n. Baía 1796, Proprietário, idem
- Rodrigo da Fonseca Magalhães, n. Condeixa-a-Nova 1787, Proprietário, idem
- Manuel Fernandes Tomás (supra), CAPÍTULO O SINÉDRIO, Porto 1818-1820
- José Ferreira Borges, n. Porto 1786, Advogado, idem
- José Ferreira Viana, Comerciante, idem
- José da Silva Carvalho (supra), idem
- Duarte Leça, n.Porto 1788, Comerciante, idem
- José Maria Lopes carneiro, n. Porto 1785, Comerciante, idem
- José Gonçalves dos Santos e Silva, n. Porto 1794, Comerciante, idem
- José Pereira de Meneses, Comerciante, idem
- Francisco Gomes da Silva, n. Porto, Médico, idem
- João da Cunha Sotto Mayor, n. Viana 1767, Magistrado, idem
- José de Melo de Castro e Abreu, n. Lamego 1774, Proprietário, idem
- José Maria Xavier de Araújo, n. Arcos de Valdevez 1786, Magistrado, idem
- Bernardo Correia de Castro Sepúlveda, n. Bragança 1791, Of. Exército, idem
- Fernandes Costa (Ministro da Marinha).
- Correia Barreto (Ministro da Guerra).
- Aurélio da Costa Ferreira (Ministro do Fomento).
- António Vicente Ferreira (Ministro das Finanças).
- Sebastião Magalhães de Lima (Grão-mestre, de 1912? a 1928), nas. no Rio de Janeiro a 30/5/1850, filho de Sebastião Carvalho de Lima e de Leocácia Rodrigues Pinto de Magalhães.
- Manuel Borges Grainha.
- António Maria da Silva (Grão-Mestre-adjunto).
- Coronel Joaquim Maria de Oliveira Simões. (Grão-Mestre, de 1928 a 1930). Com a morte de Magalhães de Lima, a 7/12/1928, a Ordem tinha ficado sem o seu tradicional Grão-Mestre de muitos anos. Para lhe suceder é eleito António José de Almeida, tendo como adjunto o coronel J.M. Oliveira Simões. No entanto, o famoso tributo republicano não chega a tomar posse do cargo por motivos de saúde, morrendo a 31 de Outubro desse ano. E é o Grão-Mestre Adjunto quem fica a gerir os negócios do Grande Oriente Lusitano Unido.
- Gomes Freire de Andrade.
- Sá Cardoso.
- Américo Olavo (Ministro da Guerra assassinado em funções, na Iª República)
- Álvaro de Castro
- Álvaro Poppe, * 1880 cc D. Maria Augusta Cohen
- Hélder Ribeiro
- Norton de Matos, (Grão-Mestre, de 1930 a ?).
- Almeida Paiva.
- Miguel António Dias (Historiador, nas. Covilhã a 1803 e morreu em Torres Novas a 1878).
- Rodrigo Lima Felner (Almanak do Rito Escocês para o ano de 1845).
- Cunha Belém (O Grande Oriente Lusitano, 1869).
- Álvaro Rodrigues de Azevedo.
Membros da Loja Filantropia em Lagos, 1822/1842-1823/1846?:
- Manuel Bernardo de Chaby, n. 1773, Of. Ex.
- José António ferreira Braklamy, n. 1780, Magistrado
- Mateus António Pereira da Silva, n. 1795, Magistrado
- Joaõ Baptista da Silva Lopes, n. 1781, Proprietário
- Rodrigo Vito Pereira da Silva, Of. Ex.
- Pedro Mascarenhas, Of. Ex.
- Joaquim António Valinho, Clérigo
- António Correia Mendonça Pessanha, n. 1791, Func. Pub.
- João José Antunes Gaivão, n. 1762. Of. Ex. Mil.
- João Rosendo Mendonça Pessanha, Of. Ex.
- Pedro Alexandrino Pereira da Silva, Of. Ex
- Manuel Gomes Xavier, Of. Ex.
- D. Bartolomeu Salazar Moscoso, n. 1789, Of. Ex
- José Quintino Dias, n. 1792, Of. Ex
- Francisco Correia Mendonça Pessanha, n. 1775-79, Of. Ex. Mil.
- José Bento Barahona Fragoso, n.1776, Clérigo
- Francisco Manuel da Cruz Baião, Médico
- Jerónimo José Carneiro, n. 1771, Proprietário
- José Pedro Silva Gonçalves reis, Clérigo
- Joaquim Neves, n. 1758, Of. Ex. Mil
- D.Nicolao Cañete Moral y Benito de la Torre, Médico
- José de Abreu Machado (Santº Lordelo), Magistrado
- Manuel José Peixoto, Magistrado
- José Francisco da Costa, Of. Ex.
- Manuel Mascarenhas Zuzarte Lobo, n. 1798, Proprietário
- Manuel Alexandre Travassos, Of. Ex.
- Paulo José de Barros, Médico Cir.
- Francisco Joaquim Nogueira Mimoso, Of. Ex.
- Fr. Vicente Ferrer de Lima, Clérigo
- Joaquim José Jordão, Médico Cir.
- Manuel Alexandrino Pereira da Silva, Of. Ex.
- José Fortunato de Azevedo Coutinho, n. 1788, Of. Ex
- Fr. Cândido Narciso Lobo, Clérigo
- António Pimentel de Macedo, Of. Ex
- Francisco Xavier de Paiva, Of. Ex.
FONTES:
1. História da Maçonaria Portuguesa, AH OMarques
2. AUC, fundo Fausto de Quadros
- D. João VI ?
- D. José, Príncipe do Brasil
- Marquês de Pombal
- Marechal Duque de Saldanha
- D. Pedro I e IV do Brasil e Portugal, Grão Mestre da Maçonaria Brasileira
- D.Fernando II
- Francisco de Sousa Cirne de Madureira
- José da Silva Carvalho, Par do Reino, Fundador do Supremo Tribunal de Justiça, Ministro dos Negócios Eclesiásticos, etc., Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano (1823/1839), Grão Mestre do Grande Oriente do Rito Escocês (1839/...)
- Doutor João Lopes de Moraes, Lente de Medicina, da Loja Filadélfia em Coimbra
- António José de Almeida, Presidente da República, Grão Mestre em 1928
- Sebastião de Magalhães Lima, Grão Mestre 1907/1928
- Afonso Costa, Primeiro Ministro
- Gomes Freire de Andrade
- Elias Garcia, Grão Mestre 1885/6 e 1888/1889
- Costa Cabral, 1º marquês de Tomar, Grão Mestre 1841/1849
- Silva Cabral, 1º conde de Tomar
- Rodrigo da Fonseca Magalhães
- Doutor A. H. de Oliveira Marques
- 1º duque de Palmela ?
- 1º duque de Loulé
- Duque da Terceira
- Fontes Pereira de Melo
- Mário Soares, Presidente da República
- Manuel de Serpa Machado, deputado em 1820
- António Vieira de Magalhães, 1º visconde de Alpendurada
- João Inácio Francisco de Paula de Noronha, 2º Conde de Parati, Grão Mestre 1869/81
- António Augusto de Aguiar, Grão Mestre 1886/1887
- Bernardino Luís Machado Guimarães
- José Mendes Ribeiro Norton de Matos
- José Manuel da Cunha Faro Meneses Portugal da Gama carneiro e Sousa, 4º Conde de Lumiares;
- Francisco António de Campos, 1º Barão de Vila Nova de Foz Coa
- Marcelino Máximo de Azevedo e Melo, 1º Visconde de Oliveira
- Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos (TEIXEIRA DE PASCOAIS), iniciado em 1905 no triângulo nº 50, de Amarante, com o nome simbólico de "Gogol".
- D. Tomás José Xavier de Lima Vasconcelos Brito Nogueira Teles da Silva, 2º marquês de Ponte de Lima
- D. António de Saldanha da Gama, 1º conde do Porto Santo ?
- D. Pedro de Almeida Portugal, 3º marquês de Alorna ?
- D. Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, Alcipe, 4ª marquesa de Alorna, foi para-maçónica (estando a Maçonaria fechada ao sexo feminino)
- Manuel da Silva Passos (Passos Manuel)
- Fernandes Tomás, vintista, do Sinédrio
- Ferreira Borges, vintista, do Sinédrio
- Borges Carneiro, vintista, do Sinédrio
- João da Cunha Sottomayor, juiz, do Sinédrio, Grão Mestre em 1821
- Agostinho José Freire
- Caetano Gaspar de Almeida Noronha Portugal Camões de Albuquerque Moniz e Sousa, 3º Conde de Peniche
- António Nogueira Mimoso Guerra (Lagos, 08.09.1867 - Lisboa, 11.01.1950), Presidente do Conselho do Grande Oriente Lusitano (1930-1931) - Republicano histórico, foi Subsecretário da Guerra (1916), Deputado (1917) e Ministro da Guerra (1925). Por duas vezes foi Governador interino de Angola. Um dos maiores especialistas portugueses em geodesia e corografia, foi director da Administração Geral dos Serviços Geodésicos, Topográficos e Cadastrais (1923-1926) e do Instituto Geográfico e Cadastral (1926-1941). Bisneto do Major António José Nogueira Mimoso e de D. Maria Antónia Lampreia de Figueiredo, que estão na base de dados do GP.
- Domingos Correia Arouca (Castro Marim, 01.05.1790 - Lisboa, 24.01.1861), Grão-Mestre do Grande Oriente do Rito Escocês (1858?-1861) - Brigadeiro do Ultramar, foi Governador de Cabo Verde e de São Tomé e Príncipe, Fidalgo-Cavaleiro, Senador e Conselheiro de Estado. Neto do Capitão Domingos Gomes Correia Vilão e de D. Catarina Lopes Mascarenhas, que estão na base de dados do GP.
- Em Lagos:
Numeros, Nomes (Maç.º. / Prof.º.), Graus, Dignidades e Officios da L.º., Empregos Civis, Residencias.
2601, Guilherme Telle, MANOEL BERNARDO CHABI, 7, -, Coronel Governador de, Lagos.
2602, Publicula, JOSÉ ANTONIO FERREIRA BRAK LAMY, 7, -, Desembargador e Ouvidor das, Alagoas.
2603, Melchiades, MATHEUS ANTONIO PEREIRA DA SILVA, 7, 2.º. Vig.º., Juiz de fóra de, Lagos.
2604, Catão, JOÃO BAPTISTA DA SILVA LOPES, 7, Secret.º., Proprietario, » (Lagos).
2605, Annibal, RODRIGO VITO PEREIRA DA SILVA, 7, Ven..º., Coronel d'infantaria n.º 2, » (Lagos).
2606, Pompeu, PEDRO MASCARENHAS, 4, Arq.º. Dc.º., Tenente-Coronel Reformado, Faro.
2607, Francklim, JOAQUIM ANTONIO VALINHO, 3, » (Arq.º. Dc.º.), Cónego da Sé de, » (Faro).
2608, Asmódeo, ANTONIO CORRÊA DE MENDONÇA PESSANHA, 3, Chanc.º. Arq.º., Guarda-mór de Saude de, Lagos.
2609, Tito, JOÃO JOSÉ ANTUNES GAIVÃO, 3, » (Chanc.º. Arq.º.), Coronel aggregado de milicias de, » (Lagos).
2610, Nevton, JOÃO ROSENDO DE MENDONÇA PESSANHA, 3, » (Chanc.º. Arq.º.), Tenente-Coronel Graduado d'infantaria n.º 2, » (Lagos).
2611, Pithagoras, PEDRO ALEXANDRE PEREIRA DA SILVA, 3, G.ª. Int.º., Major Graduado d'infantaria n.º 14, Tavira.
2612, Fabricio, MANOEL GOMES XAVIER, 3, G.ª. Ext.º., Alferes d'infantaria n.º 14, » (Tavira).
2613, Graccho, D. BARTHOLOMEU SALAZAR MOSCOSO, 3, » (G.ª. Ext.º.), Major Graduado d'infantaria n.º 2, Lagos.
2614, Sertorio, JOSÉ QUINTINO DIAS, 3, 2.º Exp.º., Tenente d'infantaria n.º 2, » (Lagos).
2615, Bruto, FRANCISCO CORRÊA DE MENDONÇA PESSANHA, 3, 1.º Vig.º., Major de Milicias de, » (Lagos).
2616, Washinton, JOSÉ BENTO DE BARAHONA FRAGOSO, 3, M.º. de Cer.º., Deão da Sé de, Faro.
2617, Esculapio, FRANCISCO MANOEL DA CRUZ, 3, » (M.º. de Cer.º.), Medico, » (Faro).
2618, Caligula, JERONYMO JOSÉ CARNEIRO, 3, » (M.º. de Cer.º.), Deputado em Côrtes, Lisboa.
2619, Eli, JOSÉ PEDRO DA SILVA GONÇALVES REIS, 3, Thez.º., Prior da, Villa do Bispo.
2620, Viriato, JOAQUIM NEVES, 3, Ter.º., Tenente de milicias de, Lagos.
2621, Numa, D. NICOLAU MORAL, 3, Hosp.º., Medico, » (Lagos).
2622, Lysanias, JOSÉ D'ABREU MACHADO, 3, Orad.º., Juiz de fóra de, Tavira.
2623, Alcibiades, MANOEL JOSÉ PEIXOTO, 3, 1.º Exp.º., Corregedor de, Lagos.
2624, Scipião, JOSÉ FRANCISCO DA COSTA, 1, » (1.º Exp.º.), Alferes d'infantaria n.º 14, Tavira.
2625, Solon, MANOEL MASCARENHAS ZUZARTE LOBO, 1, » (1.º Exp.º.), Proprietario, Lagos.
2626, Leonidas, MANOEL ALEXANDRE TRAVASSOS, 1, » (1.º Exp.º.), Ajudante d'infantaria n.º 14, Tavira.
2627, Galeno, PAULO JOSÉ DE BARROS, 1, » (1.º Exp.º.), Cirurgião-mór d'infantaria n.º 14, » (Tavira).
2628, Cornelio, FRANCISCO JOAQUIM NOGUEIRA MIMOSO, 1, » (1.º Exp.º.), Pagador d'infantaria n.º 14, » (Tavira).
2629, Aurelio, FR. VICENTE DE LIRA, 1, » (1.º Exp.º.), Prior do Convento da Graça, » (Tavira).
2630, Aquilles, JOAQUIM JOSÉ JORDÃO, 1, » (1.º Exp.º.), Cirurgião-mór d'infantaria n.º 2, Lagos.
- Francisco Joaquim Moreira Carneiro Borges de Sá Barreto, FCR, COX
- Henrique Correia de Vilhena, natural da ilha da Madeira
- Francisco Maria Corvo, da cidade de Lisboa
- abade de Gondar, José de S. Bernardino Botelho
- Francisco da Silva de Queirós, cónego
- José Luciano de Castro, Primeiro Ministro, Chefe do Partido Progressista
- Alexandre Alberto de Serpa Pinto da Costa
- José da Costa Pina
- General Norton de Matos, Grão Mestre
- José Alberto dos Reis, Presidente da Assembleia Nacional ?
- Oliveira Simões, Grão Mestre Adjunto de Norton de Matos
- Maurício Costa
- Luis Gonçalves Rebordão
- Marechal António Óscar Fragoso Carmona, Presidente da República
- Ramon Nonato de La Feria, médico
- General Luis Augusto Ferreira de Castro, Grão Mestre
- Sá Cardoso
- Freitas Ribeiro
- António Maria da Silva, Primeiro Ministro, Grão Mestre Adjunto, Chefe do Partido Democrático
- Ferreira de Castro, Grão Mestre 1900/1906
- Machado Santos, chefe da Carbonária, o da rotunda em 5 X 1910
- General Sidónio Paes, o Presidente-Rei
- Bernardino Machado, Presidente da República, Grão Mestre 1895/99
- Brito Camacho
- Francisco Gomes da Silva (Grão Mestre 1906/1907)
- Miguel Baptista Maciel, Grão Mestre 1881/85
- José de Castro, Grão Mestre Adjunto de Magalhães Lima
- Visconde de Ouguela, Grão Mestre 1889/95
- António Enes
- Joaquim António de Aguiar
- Rodrigues Sampaio
- Anselmo Braamcamp
- José Dias Ferreira
- Mendes Leal, ministro
- Bispo de Betsaida
- José Estêvão Coelho de Magalhães, orador, deputado, ministro
- José Fontana
- Camilo Castelo Branco, Escritor, 1º visconde de Corrêa Botelho
- Antero de Quental, Poeta
- Inocêncio da Silva
- Gomes de Brito
- Brito Rebelo
- Heliodoro Salgado
- Prof. Egas Moniz, Prémio Nobel
- Rafael Bordalo Pinheiro, artista, "Goya", da loja Restauração de Portugal
- Sebastião José de Sampaio Melo e Castro Lusignan, desembargador, neto do 1º marquês de Pombal, 1º Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano (1804)
- Hipolito José da Costa
- José Liberato Freire de Carvalho
- Carlos Mardel, húngaro, arquitecto da reconstrução de Lisboa
- John Coustos, suiço naturalizado inglês, lapidário de diamantes
- D. André de Moraes Sarmento, clérigo
- Abade Correia da Serra, da Academia das Ciências
- FIlinto Elísio, Poeta
- Ribeiro Sanches
- Avelar Brotero, Botânico
- Domingos Vandelli
- José Anastácio da Cunha
- José Liberato Freire de Carvalho
- Domingos Sequeira, Génio da Pintura
- José Maria Soares de Castelo Branco, clérigo
- Frei Francisco das Chagas
- José Maria Vasques Álvares da Cunha, 4º conde da Cunha
- Bernardo Correia de Castro Sepúlveda
- Frei António Evangelista Nobre
- Frei António de Loulé
- Frei António da Paixão
- Frei António de Santa Ana Correia
- D. José da Assunção Leote, clérigo
- José Lúcio Travassos Valdez (Bonfim)
- Thomas William Stubbs (Vila Nova de Gaia)
- João de Bettencourt, proprietário, Funchal
- João de Bettencourt, professor,Funchal
- Nicolau Caetano Bettencourt Pita
- José António Bettencourt
- Francisco de Paula Vieira da Silva Tovar, 1º barão e 1º visconde de Molelos
- João Baptista Leitão de Almeida Garrett, escritor, poeta e dramaturgo
- Tomás Oom, * Lx. 1794, loja "Sociedade Literaria Patriotica", Lx.1822/23, GOL
- Francisco Brum de Bettencourt
- Bernardo de Sá Nogueira, marquês de Sá da Bandeira
- Gaspar Teixeira de Magalhães e Lacerda ?
- José Xavier Mouzinho da Silveira, legislador
- José Pereira Cirne de Castro ?
- Sebastião Schiapa Pietra
- Vasco Pinto de Sousa Coutinho (Balsemão) ?
- Duarte Borges da Câmara Medeiros (Vila da Praia)
- José Paulino de Bettencourt Lemos
- António Feliciano de Castilho
- António Lobo Girão (Vilarinho de S. Romão)?
- João Faria Machado Pinto Roby
- Joaquim Augusto Kopke (Massarelos)
- António de Sousa Cirne ?
- Rodrigo de Sousa Teixeira da Silva Alcoforado (Vila Pouca) - consta também da lista dos oficiais concessionados de D. Miguel
- António Augusto de Carvalho Monteiro, o "Monteiro dos Milhões", senhor da Casa da Regaleira
- Alberto Eduardo Valado Navarro, 3º visconde da Trindade
- Bernardo Valentim Moreira de Sá, músico, professor, maestro (1853/1924)
- Vianna da Motta, músico, compositor, professor
- Mariano Cordeiro Feio
- J. de Carvalho Prostes
- Fernando Romão da Costa Ataíde e Teive de Sousa Coutinho, senhor de Baião, morgado da Ribeira Brava, FCR,Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano de 1809 a 1815 (?).
- Manuel Teles da Silva de Menezes e Castro, Príncipe de Silva Tarouca no Império, diplomata, fº do 4º conde de Tarouca. Amigo em Viena de Sebastião José de Carvalho.
- Henrique Xavier Baeta n. Salvaterra 1776, Médico, da loja Amizade - Lisboa 1820?-1823, GOL
- João Carlos de Morais Palmeiro n Lisboa 1793, Proprietário, idem
_ José Peixoto Sarmento de Queirós n. Amarante, Magistrado, ibidem
_ José de Meireles, Proprietário, loja Amor da Razão, Porto, 1821-23, GOL
- Feliciano José da Costa, loja Firmeza Lusitana, Lisboa 1821-1823
- Manuel Alves do Rio n. Braga 1777, Comerciante, idem
- Ricardo Gomes Costa, ibidem
- (António Cesário de Sousa Guerra) Quaresma, Comerciante, loja Fortaleza, Lx.1820(?)-1822(?) GOL
- António Pinheiro de Azevedo e Silva n. Sabrosa 1767, Clérigo, idem
- João Maria Soares de Castelo Branco, n. Lisboa 1767, Clérigo, idem
- José Aleixo Falcão de G.F. van Zeller, n. Lisboa 1762, Proprietário, idem
- José Ferrão de Mendonça e Sousa, n. Trancoso, Clérigo, idem
- José Joaquim ferreira de Moura, n. V.N. Foz Côa 1776, Magistrado, idem
- José Liberato Freire de Carvalho, n. Coimbra 1772, Professor, idem
- José de Melo de Castro e Abreu, idem
- José da Silva Carvalho, n. Sta. Comba 1782, Magistrado, idem
- Manuel Fernandes Tomás, n. Fig. Foz 1771, Magistrado, idem
- Domingos José Vital, n. Castelo Branco, loja 1º de Outubro, Lx. 1821/23, GOL
- José Joaquim Ferreira de Moura (supra), idem
- José da Siva Carvalho (supra), idem
- António Florêncio Reicha, Of. Exército, Loja Regeneração, Lisboa 1805/1820- 1821/1823, GOL
- Caetano José de Carvalho, n. Cast Vide 1775-80, Comerciante, idem
- Diogo Folque, idem
- Frei Francisco das Chagas, Clérigo, idem
- Henrique Xavier Baeta (supra), idem
- Joaquim Fortuna, idem
- Joaquim José da Cunha, idem
- Joaquim José da Gama, Func. Público, idem
- José Lucas Cordeiro, ofic. Exército, idem
- José Faustino de Pina, idem
- José Maria de Aguilar Córdova, Func. Público, idem
- José Maria Vasques Álvares da Cunha (Conde da Cunha), * VFranca 1793, Proprietário, supra, idem
- José Nicolau da Costa, idem
- Manuel de Castro Pereira de Mesquita n. V.N. Foz Coa 1778, Of. Exército, idem
- Manuel Solitano Torrado Figueroa, n. Espanha, idem
- Miguel Calmon Dupin Almeida (Abrantes), n. Baía 1796, Proprietário, idem
- Rodrigo da Fonseca Magalhães, n. Condeixa-a-Nova 1787, Proprietário, idem
- Manuel Fernandes Tomás (supra), CAPÍTULO O SINÉDRIO, Porto 1818-1820
- José Ferreira Borges, n. Porto 1786, Advogado, idem
- José Ferreira Viana, Comerciante, idem
- José da Silva Carvalho (supra), idem
- Duarte Leça, n.Porto 1788, Comerciante, idem
- José Maria Lopes carneiro, n. Porto 1785, Comerciante, idem
- José Gonçalves dos Santos e Silva, n. Porto 1794, Comerciante, idem
- José Pereira de Meneses, Comerciante, idem
- Francisco Gomes da Silva, n. Porto, Médico, idem
- João da Cunha Sotto Mayor, n. Viana 1767, Magistrado, idem
- José de Melo de Castro e Abreu, n. Lamego 1774, Proprietário, idem
- José Maria Xavier de Araújo, n. Arcos de Valdevez 1786, Magistrado, idem
- Bernardo Correia de Castro Sepúlveda, n. Bragança 1791, Of. Exército, idem
- Fernandes Costa (Ministro da Marinha).
- Correia Barreto (Ministro da Guerra).
- Aurélio da Costa Ferreira (Ministro do Fomento).
- António Vicente Ferreira (Ministro das Finanças).
- Sebastião Magalhães de Lima (Grão-mestre, de 1912? a 1928), nas. no Rio de Janeiro a 30/5/1850, filho de Sebastião Carvalho de Lima e de Leocácia Rodrigues Pinto de Magalhães.
- Manuel Borges Grainha.
- António Maria da Silva (Grão-Mestre-adjunto).
- Coronel Joaquim Maria de Oliveira Simões. (Grão-Mestre, de 1928 a 1930). Com a morte de Magalhães de Lima, a 7/12/1928, a Ordem tinha ficado sem o seu tradicional Grão-Mestre de muitos anos. Para lhe suceder é eleito António José de Almeida, tendo como adjunto o coronel J.M. Oliveira Simões. No entanto, o famoso tributo republicano não chega a tomar posse do cargo por motivos de saúde, morrendo a 31 de Outubro desse ano. E é o Grão-Mestre Adjunto quem fica a gerir os negócios do Grande Oriente Lusitano Unido.
- Gomes Freire de Andrade.
- Sá Cardoso.
- Américo Olavo (Ministro da Guerra assassinado em funções, na Iª República)
- Álvaro de Castro
- Álvaro Poppe, * 1880 cc D. Maria Augusta Cohen
- Hélder Ribeiro
- Norton de Matos, (Grão-Mestre, de 1930 a ?).
- Almeida Paiva.
- Miguel António Dias (Historiador, nas. Covilhã a 1803 e morreu em Torres Novas a 1878).
- Rodrigo Lima Felner (Almanak do Rito Escocês para o ano de 1845).
- Cunha Belém (O Grande Oriente Lusitano, 1869).
- Álvaro Rodrigues de Azevedo.
Membros da Loja Filantropia em Lagos, 1822/1842-1823/1846?:
- Manuel Bernardo de Chaby, n. 1773, Of. Ex.
- José António ferreira Braklamy, n. 1780, Magistrado
- Mateus António Pereira da Silva, n. 1795, Magistrado
- Joaõ Baptista da Silva Lopes, n. 1781, Proprietário
- Rodrigo Vito Pereira da Silva, Of. Ex.
- Pedro Mascarenhas, Of. Ex.
- Joaquim António Valinho, Clérigo
- António Correia Mendonça Pessanha, n. 1791, Func. Pub.
- João José Antunes Gaivão, n. 1762. Of. Ex. Mil.
- João Rosendo Mendonça Pessanha, Of. Ex.
- Pedro Alexandrino Pereira da Silva, Of. Ex
- Manuel Gomes Xavier, Of. Ex.
- D. Bartolomeu Salazar Moscoso, n. 1789, Of. Ex
- José Quintino Dias, n. 1792, Of. Ex
- Francisco Correia Mendonça Pessanha, n. 1775-79, Of. Ex. Mil.
- José Bento Barahona Fragoso, n.1776, Clérigo
- Francisco Manuel da Cruz Baião, Médico
- Jerónimo José Carneiro, n. 1771, Proprietário
- José Pedro Silva Gonçalves reis, Clérigo
- Joaquim Neves, n. 1758, Of. Ex. Mil
- D.Nicolao Cañete Moral y Benito de la Torre, Médico
- José de Abreu Machado (Santº Lordelo), Magistrado
- Manuel José Peixoto, Magistrado
- José Francisco da Costa, Of. Ex.
- Manuel Mascarenhas Zuzarte Lobo, n. 1798, Proprietário
- Manuel Alexandre Travassos, Of. Ex.
- Paulo José de Barros, Médico Cir.
- Francisco Joaquim Nogueira Mimoso, Of. Ex.
- Fr. Vicente Ferrer de Lima, Clérigo
- Joaquim José Jordão, Médico Cir.
- Manuel Alexandrino Pereira da Silva, Of. Ex.
- José Fortunato de Azevedo Coutinho, n. 1788, Of. Ex
- Fr. Cândido Narciso Lobo, Clérigo
- António Pimentel de Macedo, Of. Ex
- Francisco Xavier de Paiva, Of. Ex.
FONTES:
1. História da Maçonaria Portuguesa, AH OMarques
2. AUC, fundo Fausto de Quadros
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Comunicado do Presidente do CLIPSAS
O CLIPSAS, a maior organização mundial da Franco-Maçonaria liberal e adogmática, condena vivamente o massacre perpetrado por um jovem norueguês infiltrado na Grande Loja da Noruega, da qual foi imediatamente expulso. O CLIPSAS lamenta que este criminoso tenha podido ser admitido numa obediência maçónica que partilha os valores da Franco-Maçonaria universal, totalmente opostos àqueles em nome dos quais praticou este acto intolerável. Na sequência das condenações de várias das suas obediências membros e de muitas outras obediências da FM universal, o CLIPSAS sublinha a contradição absoluta entre as ideias e o perfil do responsável por este massacre e os valores e o perfil dos maçons, defensores da liberdade absoluta de consciência, da fraternidade, da tolerância e do respeito das diferenças culturais e dos direitos humanos. O CLIPSAS lembra que a FM universal se opõe a toda a espécie de fundamentalismo religioso, ideológico ou político, em nome de uma ética universal do amor fraterno, sem distinção de crenças, nacionalidades e raças, e combate o terror, a ignorância e o sectarismo. O CLIPSAS apela ainda ao máximo rigor por parte de todas as obediências nos procedimentos de admissão dos seus membros, a fim de prevenir outras situações condenáveis e vergonhosas.
in gremiolusitano
sábado, 9 de julho de 2011
A primeira Loja de Investigação na Europa
R.'. L.'. Abu Simbel nº01, a O.'. de Lisboa

A Resp.'.Loj.'. de Pesquisa "Abu Simbel” nº 01, a Oriente de Lisboa, é a primeira Loja de Investigação, na Europa, sob os auspícios da Ordem Internacional do Rito.Antigo e Primitivo Memphis Misraim.
Esta Loja incorpora os ideais e tradições das antigas escolas iniciáticas, Os Membros desta Resp.´. Loja estudam com grande profundidade e conhecimento, os grandes temas e questões da Maçonaria Simbólica. O lema da Resp.´. Loj ABU SIMBEL é Gnosce te Ipsum.
Memphismisraim.pt
A Resp.'.Loj.'. de Pesquisa "Abu Simbel” nº 01, a Oriente de Lisboa, é a primeira Loja de Investigação, na Europa, sob os auspícios da Ordem Internacional do Rito.Antigo e Primitivo Memphis Misraim.
Esta Loja incorpora os ideais e tradições das antigas escolas iniciáticas, Os Membros desta Resp.´. Loja estudam com grande profundidade e conhecimento, os grandes temas e questões da Maçonaria Simbólica. O lema da Resp.´. Loj ABU SIMBEL é Gnosce te Ipsum.
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
Egyptian Mystical Rites
1926
Information and Instruction The local body of the Order is known as a Palace. The hall where the sessions are held is known as the Inner Court of the Palace. The meetings of the members are called Councils. The ante room is called the Outer Court. The outer door is called the Outer Portal. The inner door is called the Inner Portal.
Titles of Officers
The presiding officer of the Palace is called Noble Prince. The next in command is called Mystic Oriental Prince. The Secretary is called Mystic Oriental Scribe. The Mystic Oriental Treasurer. The Mystic Oriental Priest, the Mystic Oriental Guide, the Mystic Oriental Guards, the Mystic Oriental Trustees, the retiring Noble Prince is called Past Noble Prince. The members, other than officers shall be known as Mystic Oriental Sons, however, addressed as Mystic So and So.
The regalia of the Order is a bright yellow fez with a black tassel, with the emblem of the Order and name of the Palace worked on front of same. The officers of subordinate Palaces shall also wear a bright yellow fez with a black tassel, with the first letters of their title under the name of the Palace.
Each Palace shall provide capes for the officers, to be used during initiation ceremonies, and also on parade if desired as follows:
For the Noble Prince a Purple Cape, for the Past Noble Prince a White Cape, for the Mystic Oriental Prince a red cape, for the Mystic Oriental scribe a Blue Cape, for the Mystic Oriental Treasurer a Yellow Gape, for the Mystic Oriental Guide a green Cape, for the Mystic Oriental Priest a Black Cape trimmed in white. For the Guards, uniforms; the fez to be worn by all officers and Mystic Oriental Sons. A Palace may provide robes for its officers in place of capes if so desired.
On the opening of a Council, the Mystic Oriental Guide shall examine all present in the Desert Pass, as well as his membership card, if there should be present Mystic Oriental Son without one or the other or both, the Mystic Oriental Guide shall report same to the Noble Prince, who shall ascertain from the Mystic Oriental Scribe the standing of said Mystic, and act as he sees proper in reference to the said Mystic remaining during the Council of said Palace.
Opening Ceremony Noble Prince takes his station, gives two raps with gavel.
NOBLE PRINCE: By virtue of authority in me vested, by the Supreme Grand Palace, and in obedience to the laws of the Ancient Egyptian Order Mystic Oriental Sons, I am about to open this Council of Mystic Oriental Sons. Mystics take your stations, Mystic Oriental Sons be seated. All officers will take their stations, and Mystics will be seated. NOBLE PRINCE: Mystic Oriental Guards secure the inner and Outer Portals. Mystic Guards close the Outer and Inner Portals, and the Inner Oriental Guard reports from his station. MYSTIC ORIENTAL GUARD: Noble Prince the Outer and Inner Portals are closed against intrusion. NOBLE PRINCE: Mystic Oriental Guide, prove all present in the Desert pass, sending those to me who have it not. Mystic Oriental Guide proves all present in the Desert Pass, goes to the Altar, makes the salutation, and reports, remains standing at Altar. NOBLE PRINCE: Past Noble Prince, what does your station represent and your duties? PAST NOBLE PRINCE, rises and will say: My Station represents Honor, and my duties are to attend the Councils of the Palace, that my fellow Mystics may have the benefit of my experience, and to officiate in the ceremony of initiation. Remains standing. NOBLE PRINCE: Mystic Oriental Priest, what does your station represent, and your duties? MYSTIC ORIENTAL PRIEST, rises, and will say: Noble Prince, my station represents Reverence, and my duty is to offer up our supplications at the opening and closing of the Council, and officiate in the ceremony of initiation. Remains standing. NOBLE PRINCE: Mystic Oriental Prince, what does your station represent, and your duties? MYSTIC ORIENTAL PRINCE, rises, and will say: Noble Prince, my station represents Goodfellowship, and it is the next highest station in the Council of this Palace, and my duties are to assist you in keeping order, to occupy your station in your absence, and to officiate in the ceremony of initiation. Remains standing. NOBLE PRINCE, rises, gives three raps of the gavel, and all will arise: Mystic Oriental Sons, my station represents authority, and it is my duty to preside at all Councils of this Palace, to preserve order and decorum, to supervise the affairs of this Palace, and to officiate in the ceremony of initiation. Through a kind Providence, we are permitted to assemble again, in Council for the diffusion of the principles of our ancient and noble Order. Let us sing his praise. Upon conclusion of the singing of the opening Ode.
NOBLE PRINCE: Mystic Oriental Sons let us assume the ancient attitude of Mystic Oriental Sons while our Mystic Oriental Priest offers up our devotion. Calls up the Council.
All will extend arms in front of body palms upward and look to the east. On conclusion of the devotion all will drop hands to side and face the altar.
DEVOTION.
SOFT MUSIC.
MYSTIC ORIENTAL PRIEST: Almighty and All powerful One, the Creator of Heaven and Earth, we thank Thee for giving us health and strength, that permits us to meet again in Council. Guide us in our deliberations, and may nothing be said or done that will be displeasing in Thy sight. We ask it all in Thy Name, Amen.
Upon concision of the devotion, the Oriental Guide will open the Bible. NOBLE PRINCE: Mystic Oriental Sons I now declare the Council of … Palace, Number …, duly opened for the purpose of transacting all legal business, that may come before the Council give two raps with gavel, and Council will be seated. Mystic Oriental Guide goes to his station.
NOBLE PRINCE: Mystic Oriental Guard, you will admit all Mystic Oriental Sons now in waiting all in waiting will enter. NOBLE PRINCE: Mystic Scribe, you will call the Roll of Mystics, and read the record of our last Council. Mystic Oriental Scribe calls the roll of Officers, and reads the record of the Last Council.
General Instructions on Initiatory Work The Noble Prince shall appoint a director of work, who shall if he desires appoint a special degree staff, to put on all sections of the Ritual, especially for the second section, under the directions of the Director of work.
The initiatory ceremony, gives the candidate his first impressions of the Order, make that impression proper and lasting, and it will redound to the good of the Order.
The Ritual must be exemplified exactly as written. This applies both to the spoken parts, and instructions. No omission shall be tolerated’. The members shall maintain silence and order, during the work, and refrain from smoking.
After the obligation, if there be more than one candidate, one of the number may he selected to represent the class, in the remainder of the work, in the first section. second section and third section, however, this is optional with the director of the work. All may be used if he so desires.
Paraphernalia to be used in first section
A Pyramid, large enough to be noticed, which can be made out of canvass, with opening in the rear, large enough for a man to crawl into out of sight. A skull and several bones, placed inside the Pyramid. The Pyramid to be placed in the hall, according to the diagram for this section. A figure, representing a mummy, on a stretcher. A small table with refreshments on same, arranged as per diagram for this section.
Ceremony of Initiation - First Section. Note: The director of work may make the ceremony of initiation as elaborate as he desires, provided the Palace has the funds for the purpose and instructs the director to do so. Provided, however, there shall be no changes that will detract from the Ritual.
It is permissable to have music and singing, at any point of the initiation, that the Director of work may think will add to the ceremony, in addition to what has been provided for in the Ritual.
All in Readiness.
The Mystic Oriental Guard of the Outer Portal rushes through the Inner Portal, very much excited, and, addresses the Noble Prince, thus: Noble Prince, I have found lurking in the shadow of Cheops, a band of pilgrims. When I demanded an explanation of their presence they replied that they were a band of pilgrims, who having heard of the Ancient Egyptian Order Mystic Oriental Sons, have traveled across the desert, in search of their Palace, where they hope to find rest and companionship. Guard makes salutation and returns to Outer Portal.
NOBLE PRINCE: Mystic Oriental Guide, you will journey to the shadow of Cheops, and bring before me this band of ‘pilgrims The Guide makes the salutation and retires, and returns with the pilgrims hoodwinked, marches around the hail. All members will sing an Ode.
On conclusion of the Ode, the Guide halts with the pilgrims in front of the Altar, and presents them to the Noble Prince.
MYSTIC GUIDE: Noble Prince, in obedience to your command, I bring before you this band of pilgrims, whom I found lurking in the shadows of Cheops? NOBLE PRINCE: Pilgrims, what excuse canst thou render for lurking in the shadows of Cheops? Guide, for pilgrims, replies as follows: Most Noble One. We are a band of pilgrims, who have traveled far, and undergone many trials and difficulties, in search of the Palace of the Ancient Egyptian Order Mystic Oriental Sons, where we hope to find rest and companionship. NOBLE PRINCE: What is thy name? The Guide reads name of pilgrims. NOBLE PRINCE: Pilgrims, your search for the Palace of the Ancient Egyptian Order Mystic Oriental Sons is ended, but before you can enjoy the rest and companionship, for which you crave, and which exists only in a Palace of Mystic Oriental Sons, you must take upon yourself a most binding oath, and subject yourself to many trials and difficulties, to prove that you are worthy of this rest and companionship, which is everlasting and everlasting, to all Mystic Oriental Sons. With This admonition, are you willing to take this journey? Pilgrims will answer: I am. NOBLE PRINCE: Pilgrims, in accordance with the ancient custom of this Order, you will take upon yourselves the oath. You will kneel upon both knees, your left hand over your heart, your right hand extended toward ‘heaven, pronounce your name in full, and repeat after me. Room in darkness, except light on Altar. Guides raises the hoodwinks, soft music while obligation is being given.
Noble Prince takes position in front of Altar.
Oath
I, in the presence of the Almighty and All powerful, one the Creator of heaven and earth and the Mystic Oriental Sons here assembled, do, upon bended knees, my left hand over my heart, my right hand raised toward Heaven, in token of my sincerity, and in my right mind, do, of my own voliation, solemnly swear, that I will obey all laws, rules, and regulations of the Ancient Egyptian Order mystic Oriental Sons, its Supreme Grand Organization Department and the Supreme Grand Palace and my subordinate Palace, that are now in force, and all laws, rules and regulations hereinafter enacted.
I also solemnly swear, that I will never wrong this Order, in any manner whatsoever, and I will not permit others to do so, if it is in my power to prevent it.
I also solemnly swear, that I will never reveal to anyone, not entitled to receive the same, any of the secrets of this Order, written or unwritten, but will keep them safely locked with in my breast as they are now locked in the bowels of Cheops.
I also solemnly swear, that I will render assistance to a worthy Mystic Oriental Son, and any member of his family, when appealed to as such, defend his character, and hasten to his relief when in danger.
I also solemnly swear, that I will not have improper relations with any female member of the family of a Mystic Oriental Son, nor will I permit others to do so, if within ray power to prevent it, and I will protect childhood and womanhood, whenever, and wherever opportunity offers.
I also solemnly swear, that I will not oppress my fellowman, but will act with justice to all, that I will prefer a Mystic Oriental Son to any other, in all my dealings, unless I find reason that justifies me in acting otherwise.
To all of this, I most solemnly swear, with the full knowledge, that should I become so low, as to violate this my solemn Oath, or any part thereof, and prove unworthy of the confidence imposed in me, may the word Traitor be branded on my forehead, that I be published to the world, as a low vile wretch, without ‘honor, or any other penalty the Order may see cause to inflict upon me. Amen. On conclusion of the administering the Oath, members will say: We have witnessed your Oath.
Devotion MYSTIC ORIENTAL PRIEST: Almighty and All powerful One, the Creator of Heaven and earth, we thank Thee for the privilege of receiving into our noble Order, these our fellow citizens. Help them to be obedient to Thy laws, to the laws of this country, and the laws of this Order. Solemnize this occasion, burn into their hearts and their minds, the duties they owe to Thee, to tire government and to their fellow man. Vouchsafe them, a clear understanding of the obligation they have just assumed, and give unto them a proper conception of their duties and responsibilities, as Mystic Oriental Sons of this Order, and to Thee be given all honor and glory. Amen. NOBLE PRINCE: Your oath taken in the presence of the Almighty and All powerful One, the Creator of Heaven and earth and in the presence of the Mystic Oriental sons here assembled, enables you to proceed further, that you may receive that which will make you a Mystic Oriental Son provided, however, that you do not falter on your Journey, you will arise. The Pilgrims arise to their feet, the Guide conducts the pilgrims to the Outer Court to await instructions.
Lodge room prepared as follows:
Small table with refreshments thereon, a pyramid of canvass or wood in a corner of room, with a skull and bones placed inside, no hoodwinks. Room in semi-darkness, low music. All officers in their stations.
The Guide will enter with the pilgrims taking part in the ceremonies without making any alarm, and proceed as follows:
The Guide walks slowly around the room, and halts at the table containing refreshments, where they will proceed to partake of same. Just before beginning to partake of the refreshments, two members will appear, with a mummified figure, on a stretcher, and halt in front of the Guide and pilgrims. The Guide will point his finger at the mummified figure, and address the pilgrims thus:
MYSTIC ORIENTAL GUIDE: Look on this, drink and enjoy thyself, for such shalt thou be, when thou art dead. Time, like an ever roiling stream, bears all its Sons away, they fly forgotten, as a dream dies at the opening of the day. Members with figure, quietly retire from the scene. Guide and pilgrims proceed around the hail, and halt at the Pyramid.
MYSTIC ORIENTAL GUIDE: Pilgrims, before you can become a Mystic Oriental Son you must prove that you are a Son of the Desert, therefore, you must penetrate into the bowels of Cheops, and whatsoever ye shall find, bring forth, and this shall be proof that you are a Son of the Desert. The pilgrim is caused to crawl into the opening of the Pyramid, and remain for a few moments, and come forth bearing the skull and bones, and carries them on his journey.
MYSTIC ORIENTAL GUIDE: Pilgrims, thou hast done well, for thou hast discovered the bones of thy fathers who were true Mystic Oriental Sons of the Desert, and which will give thee an audience with the Noble Prince. Guide halts at Altar, room is made light, and all pilgrims are lined up before the Noble Prince.
MYSTIC ORIENTAL GUIDE: Noble Prince, the pilgrims have journeyed across the desert, have taken the oath of a Mystic Oriental Son, have feasted at the board of hospitality, have looked upon the immortality of the Sons of the Desert, have penetrated the bowels of Cheops, and there found the bones of their fathers, and now await your direction. Pilgrim steps forward and hands the skull and bones to the Noble Prince, who places them upon the Altar.
NOBLE PRINCE: Pilgrims, you have done well in bringing me proofs of your right to become true Mystic Oriental Sons, yet before, you can he received into full fellowship, you must receive the commendations of the King, conduct the pilgrims to the Outer Court. Guide conducts the pilgrims to the Outer Court to await further instructions.
Diagram of Council Hall for second section of ceremony
A King’s throne or lounge a curtain across stage with emblem.
A King’s throne or lounge a curtain with emblem painted on same. A purple robe, a gold chain and a gold ring for the strange lad, a small house representing a prison. Musical instrument of some kind for female characters.
NOTE: The Director of Work may use such other paraphernalia desired to bring out the scene, without detracting from the Ritual.
Director of Work will arrange stage to best advantage.
King on throne or lounge, male attendants, just in rear of King, caption of the Guard standing just below king on right, (place guards to best advantage). Female attendants reclining out in front of King, with musical instruments, and King’s Jester in front of King. In an appropriate part of the hall, a house representing a prison, in charge of two Guards, standing in front.
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