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domingo, 13 de março de 2011

TERRAMOTO - JAPÃO


Hoje, dia 11 de Março, pelas 14h46 (hora local no Japão) o Japão foi atingido por um violento sismo, com a magnitude de 8.8, com epicentro na costa Sanriku, distrito de Tohoku (norte de Tokyo).
[Ver Discurso do Primeiro-Ministro do Japão sobre o Terramato]

A Embaixada do Japão em Portugal informa todos os que pretendam obter informações sobre familiares, amigos entre outras pessoas que possam estar no Japão, que deverão contactar os seguintes meios de emergência:
• Portugal - Gabinete de Emergência Consular da Direcção Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas: 707202000 961706472
• Japão - Embaixada de Portugal no Japão - 0081-(03)5212-7322 email: urgtoquio@hotmail.com
A Embaixada do Japão em Portugal aproveita esta oportunidade para agradecer as inúmeras mensagens de solidariedade que nos tem chegado, quer a nível oficial, quer a nível da comunidade.


in Embaixada do Japão em Portugal

quinta-feira, 10 de março de 2011

Grande Loja de Londres

Para a fundação da Grande Loja de Londres, um grupo de maçons congregou-se na Loja que se reunia na taverna da “Macieira” em Charles Street, Covent Garden, e ai feita uma eleição, colocando-se na presidência o maçom mais antigo, Venerável de uma das quatro Lojas que haviam aceite a idéia de se fundar uma Grande Loja e que eram além da mencionada, da “Macieira”, a do “O Ganso e a Grelha (“The Goose and Gridion”) que se reunia no pátio da Catedral de São Paulo, a do “Copázio e das Uvas” (“The Rummer and Grapes”) que se reunia na taverna desse mesmo nome em Westminster, e a da “Coroa” (“The Crown) que se reunia em Parker’s-lane, perto de Druri-lane. Nessa altura, as lojas não tinham título distintivo, sendo conhecidas pelo nome do local onde decorriam as reuniões, geralmente eram tavernas e estalagens, muitas das vezes, pequenas salas de refeições.
Assim nessa reunião preliminar na “macieira” decidiu-se estabelecer a prática das reuniões conjuntas trimestrais e anuais.

No dia de São João Batista, 24 de junho de 1717, realizou-se a segunda reunião, na Loja “O Ganso e a Grelha”. Autor do jantar habitual, o Venerável mais antigo propôs uma lista de candidatos ao cargo de Grão-Mestre, sendo eleito Anthony Sayer, pelo sistema tradicional de levantar-se as mãos. Anthony Sayer foi felicitado por todos e instalado no cargo, escolhendo para seu Primeiro Grande Vigilante Jacob Lamball, carpinteiro e para Segundo Grande Vigilante, o capitão José Elliot. O mandato era de um ano.

Anthony Sayer determinou então que se restabelecessem as reuniões trimestrais, com a presença de todos os Veneráveis e Vigilantes de Lojas assim como os demais Grandes Oficiais da Grande Loja.

No ano seguinte, 1718, no dia 24 de junho, realizou-se a Assembléia e a chamada “Grande Festa”, que encerrava, com um requintado jantar geral, preparado na forma prevista nos artigos 23 a 30 dos Regulamentos Gerais. O autor do jantar Anthony Sayer recolheu os votos para o Grão-Mestre que o sucederia, tendo sido proclamado eleito Jorge Payne.

Ao assumir o cargo, Jorge Payne determinou que se coligissem todos os velhos escritos, arquivos e cópias das “Constituições Góticas” para elaboração das futuras “Constituições”. Escolheu o seu primeiro Grande Vigilante, João Cordwell, carpinteiro, e segundo Grande Vigilante, Tomás Morrice, pedreiro.

in D S Masónico

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Antero de Quental


Antero de Quental

(1842-1891)



Antero de Quental nasceu nos Açores (Ilha de S. Miguel, cidade de Ponta Delgada). Foi uma das figuras marcantes na poesia e na política na segunda metade do século XIX em Portugal.
Nasceu no seio de uma família profundamente religiosa. Estudou no Colégio do Pórtico, de Ponta Delgada, fundado e dirigido por António de Feliciano de Castilho. Em 1858 ingressou na Universidade de Coimbra, onde se viria a licenciar em direito em 1864. É neste período que entra em contacto com a obra de Kant, Hegel, Proudhon, Michelet, A. Comte e outros pensadores contemporâneos. Funda a Sociedade do Raio, organização secreta de estudantes envolvida em práticas maçónicas e na contestação ao sistema. Colabora no jornal O Académico.

Antero de Quental adere às ideias modernas do seu tempo (republicanismo na política, realismo na arte), destacando-se logo em 1865-1865, pelos ataques que faz aos defensores das concepções mais tradicionais em arte, como o Feliciano de Castilho, na polémica conhecida como a Questão Coimbrã. Após a formatura, seguindo exemplo de Proudhon resolve aprender o ofício de tipógrafo na Imprensa Nacional (1866), seguindo logo a seguir para Paris onde apoia os operários franceses. Não tarda a regressar a Portugal e a viajar para os EUA.

Em 1868 fixou-se em Lisboa, onde funda com antigos colegas da universidade o Cenáculo, na Casa de Jaime Batalha Reis. Nesta fase distingiu-se como um grande paladino das ideias republicanas.

No ano da Comuna de Paris (1871), em Lisboa, organiza as célebres Conferências do Casino, que marcaram o inicio da difusão das ideias socialistas e anarquistas em Portugal. Neste ano rompe com o cristianismo e passa a defender uma organização social de inspiração anarquista (Proudhoniana), assente em dois pilares fundamentais: a liberdade e a fraternidade. Neste ano funda diversas associações operárias, publica folhetos e dirige jornais de propaganda das novas ideias ( A Republica Federal, A República-Jornal da Democracia Portuguesa, O Pensamento Social e a Revista Ocidente).

Durante uma viagem a Paris, fica gravemente doente. Em 1881 refugia-se em Vila do Conde, onde estuda Schopenhauer e E. Hartmann. Numa carta datada de 7 de Agosto de 1885, a Carolina Michaelis de Vasconcelos, afirma que terminar o seu período poético e entrara no filosófico, pretendendo desenvolver e sistematizar a sua filosofia.

Em 1890 é chamado para encabeçar um movimento patriótico que opôs Portugal à Inglaterra em relação à partilha de África.

Agastado com múltiplos problemas para os quais não consegue encontrar resposta, acaba por regressar a Ponta Delgada (Junho de 1891) onde se suicidou.





Carreiro, J. Bruno - Antero de Quental, Subsídios para a sua biografia. 2 Vols. ICPD.1948

Coimbra, Leonardo de - O Pensamento Filosófico de Antero de Quental. Lisboa. Guimarães Editores.1991

Cidade, Hernâni - Antero de Quental. Lisboa. Ed.Presença.1988

Carvalho, Joaquim de - Evolução Espiritual de Antero de Quental e Outros Escritos. Maia.SRECRAA (Açores).1983

Mendes, Manuel - Antero de Quental. Lisboa. 1942

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O Grau do Cavaleiro Rosacruz


O Grau 18 tem como simbologia a cruz ansata, com as letras I.N.R.I., alternadamente, em branco e preto, ao lado de um compasso e um esquadro, sobre um laje triangular colocada entre o altar e a entrada do Oriente.
A sigla I. N. R. I. é usada como identificação entre os Cavaleiros Rosacruzes, e deriva da própria iniciação do Grau com uma antiga máxima hermética !Igne Natura Renovatur Integra! !(O fogo renova a natureza inteira!). Ela aparece, também, quando o Cavaleiro é interpelado sobre a Verdade e ele responde que “a viu em Judéia, Nazaré, Rafael e Judá”.
O Grau do Cavaleiro Rosacruz reflete, a interiorização da tristeza e das trevas. Quando em desespero, nós podemos nos dirigir a duas grandes forças motivadoras para nos salvar: a Razão e a Fé. A Razão trata daquilo que pode ser demonstrado, o que é tangível: a Fé vem de dentro de nós, o intangível. A Cruz tem sido um símbolo sagrado desde os primórdios da Humanidade: a Rosa significa a ressurreição. Daí um dos símbolos do Grau 18 ser uma Cruz encimada por uma Rosa. A flor da Rosa possui, também, a tripla conotação de Amor, Segredo e Fragrância, ao passo que a Cruz comporta, também, o triplo significado de Auto-sacrifício, Imortalidade e Santidade. Em conjunto, estes dois símbolos , indicam o Amor do Auto-sacrificio, o Segredo da imortalidade e a doce Fragrância de uma vida santa.
O Grau 18 apela-nos á tolerância, convidando os homens de todas as crenças a encontrarem o enriquecimento espiritual.


Epistolar Real Arco do Templo

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Fulcanelli


Fulcanelli é o seudónimo de um autor desconhecido de livros de alquimia do século XX. Lançaram-se diversas especulações sobre a personalidade ou grupo que se oculta baixo o seudónimo.

Biografia
É muito o que se escreveu sobre a vida desta personagem, mas a maior parte de suas biografias estão baseadas em depoimentos incertos, pois ao que parece ocultava expressamente toda a informação sobre sua pessoa, propiciando a circulação de infinidad de rumores. Alguns têm especulado sobre seu possível nascimento em 1877 em Villiers-lhe-Bel (França) e sua morte na pobreza em Paris no ano 1932.

Fulcanelli moveu-se até os anos vinte do século passado por França e ocasionalmente por Espanha: País Basco, Sevilla e Barcelona. Para alguns era uma personagem de vasta erudición com importantes contactos e relações com círculos selectos e influentes, como Eugène Emmanuel Viollet-lhe-Duc, arquitecto e restaurador de catedrais góticas francesas, com quem compartilhou sua admiração e estudo pela arte gótico, o que lhe permitiu interpretar com sucesso o papel que a alquimia joga nas esculturas que enfeitam estas construções, muito especialmente as impressionantes representações nas gigantescas catedrais góticas (relevos, portadas, escultura, solo, vidrieras).

A identidade de Fulcanelli, está por dilucidar. Inclusive poderia ser um seudónimo de um colectivo de alquimistas. O nome de Fulcanelli parece estar relacionado mediante a cábala fonética com Vulcano-Hélios ou bem com Vulcano-Hellé .

Com a escassa informação e os comentários de seu discípulo e albacea Eugène Canseliet, diversos autores têm adiantado várias hipóteses sobre sua identidade:

Julien Champagne, pintor francês (hipótese de Robert Ambelain, René Schwaller de Lubicz, Jules Boucher e Geneviève Dubois).
Camille Flammarion, eminente astrónomo francês (esta hipótese é sustentada por Frédéric Courjeaud).
O notário ou escribiente Rosny-Aîné.
Pierre Dujols, livreiro parisién da época.
René Schwaller de Lubicz (versão sustentada pelo cientista Jacques Bergier).
F. Jollivet-Castelot (tese doctoral de Pierre Pelvet).
Eugène Canseliet (versão de Paul Lhe Cour).
O chamado conde de Saint Germain (uma personagem, supostamente imortal, que aparece publicamente na cada século).
Jules Violle, físico francês de renome (versão de Patrick Rivière e de Jacques Keystone).
Alphonse Jobert, doutor francês (versão sustentada por Richard Khaitzine.
Jacques Bergier menciona em seu livro "A volta dos bruxos" que Fulcanelli e outro alquimista se dedicaram a visitar aos mais conhecidos físicos nucleares entre as duas Guerras Mundiais. Ambos descreveram somera mas muito graficamente em que consistia um reactor nuclear e advertiram dos perigos das substâncias subproductos das reacções. Isto passou sem maiores atenções respecto dos cientistas até que Fermi conseguiu a primeira reacção em corrente. Algum dos visitados recordou, então, a conversa mantida com algum dos dois supostos alquimistas e comunicou a história aos serviços de inteligência correspondentes. Imediatamente os serviços aliados começaram a busca de ambos personagens. Fulcanelli foi impossível de encontrar, enquanto a outra pessoa resultou fuzilada no norte da África por ser colaboradora dos alemães. É muito difícil achar provas de tais coisas, para além do texto do livro antecitado. Jacques Bergier foi ayudante do físico francês Louis de Broglie e fez parte da inteligência dos Aliados.

Se isto é verdadeiro, é improvável que Fulcanelli fosse um cientista conhecido, pois tivesse sido reconhecido por algum colega.

A partir da busca destas duas personagens e do começo da carreira para a construção de uma bomba nuclear os serviços de inteligência compraram qualquer livro de alquimia que se pusesse a seu alcance. Não há verificação oficial a nível público destes relatos, mas também não nenhuma desmentida conhecida.

Obra
Foi autor de três fazes cimeiras da alquimia:

O mistério das catedrais e a interpretação esotérica dos símbolos herméticos (Lhe Mystère dês Cathédrales), escrito em 1922 e publicado em Paris em 1929 .
As moradas filosofales e o simbolismo hermético em suas relações com a arte sagrada e o esoterismo da grande obra (Lhes Demeures Philosophales), publicado em Paris em 1930 .
Para alguns pôde ter morrido em um desván da rua Rochechouart de Paris sem terminar o terceiro e último livro que ia ser o colofón de sua obra: Finis Gloriae Mundi, título inspirado em uma pintura do pintor sevillano Juan de Valdés Leal que na actualidade está pendurada na igreja sevillana do Hospital da Caridade. Nesse livro completar-se-ia a revelação do mistério alquímico ou verbum dimissum (A palavra perdida) dando resposta aos milhares de anos de busca dos alquimistas.

No ano 2001 apareceu em francês um texto com o título de Finis Gloriae Mundi como se fosse o texto que em seu momento não se publicou. Para a maioria dos estudiosos é um texto apócrifo já que dita obra relata acontecimentos que acontecem depois da segunda guerra mundial, data para a qual se supõe ao autor já falecido. Não obstante, outros estudiosos do tema entendem que o elixir de longa vida não é em modo algum uma quimera da alquimia, senão uma das provas da consecución da pedra filosofal. O autor da versão revisada do Finis Gloriae Mundi afirma na nova publicação: " Não é costume que um adepto volte a apanhar a pluma após ter franqueado a transmutación (...) abandonemos o manto de silêncio com o que se cobre quem passa pelas ascuas do fénix", sugerindo precisamente isto.

Fonte:pt.wikilingue.com

Bibliografía
Edição em castelhano
Fulcanelli (2003). O mistério das catedrais, Colecção: Ensaio Filosofia Debolsillo. Barcelona: Debolsillo. ISBN 9788497595148.
- (2002). Finis Gloriae Mundi, prol. de Jacques D´Ares. Barcelona: Edições Obelisco. ISBN 9788477209379.
- (2001). O mistério das catedrais, 1 arquivo de Internet (500 Kb) (E-Book). Brenes: Muñoz Moya. Editores Extremeños. ISBN 9788496074149.
- (2000). As moradas filosofales, Barcelona: Edições Índigo

sábado, 11 de dezembro de 2010

Carbonária em Portugal


Carbonária

Como em quase toda a parte, também em Portugal a Carbonária foi muitas vezes uma associação paralela à Maçonaria (embora nem todos os maçons fossem carbonários). "Sociedade secreta essencialmente política", adversa do clericalismo e das congregações religiosas, tendo por objectivo as conquistas da liberdade e a perfectabilidade humana, impunha aos seus filiados "possuirem ocultamente uma arma com os competentes cartuchos". Contribuía directa e indirectamente para a educação popular e assistência aos desvalidos. "Tinha uma hierarquia própria, em certos aspectos semelhante à maçonaria, tratando os filiados por "primos". Os centros de reunião e aglomerações de associados chamavam-se, por ordem crescente de importância, "choças", "barracas" e "vendas". A Carbonária Portuguesa, à qual pertenceram pessoas da mais elevada categoria social, parece ter sido estabelecida em 1822 (ou 1823) "por oficiais italianos que procuravam, por meio de sociedades secretas, revolucionar toda a Europa Meridional". Até 1864 a sua intervenção fez-se sentir em muitos momentos críticos da vida nacional, pois todos os partidários políticos possuíam a sua carbonária. Depois de longo marasmo, desaparecem completamente. A indignação nacional suscitada pelo afrontoso ultimato da Inglaterra (1890) e as desastrosas consequências da revolta de 31 de Janeiro de 1891, com o seu cortejo de prisões, deportações e perseguições de toda a espécie, arrastaram a mocidade académica para as sociedades secretas. Mas foi em 1896 que surgiu a última Carbonária portuguesa, sendo completamente diferente das anteriores : diferente organização, ritual e até processos de combater. Foi seu fundador o grão-mestre Artur Duarte Luz de Almeida. A sua influência exerceu-se de maneira intensiva em quase todos os acontecimentos de carácter político e social ocorridos no País, nomeadamente naqueles que tinham em vista defender as liberdades públicas ameaçadas e combater o congreganismo e os abusos do clero. Tendo participado grandemente nos preparativos do movimento revolucionário de 28 de Janeiro de 1908, que abortou, a sua acção tornou-se depois decisiva para a queda da Mornaquia, mais acentuadamente a partir de 14 de Junho de 1910, quando, a propósito de apressar a revolução, em perigo pelo número crescente de civis presos e militares transferidos, a Maçonaria nomeou uma comissão de resistência encarregada de coadjuvar a implantação da República por uma colaboração mais activa com a Carbonária. A fragmentação do Partido Republicano, sobrevinda ao advento do novo regime político nacional, tornou inevitável a extinção da Carbonária portuguesa, tendo depois, até 1926, resultado infrutíferas todas as tentativas feitas para o seu ressurgimento.

Dicionário de História de Portugal, 4 volumes, SERRÃO, Joel

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Pioneiros do Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraïm em Portugal


"Somos a primeira Potência Maçónica, em Portugal, a praticar o Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraïm, de uma forma regular, respeitando integralmente os Rituais da Antiga Tradição Egípcia.

Pertencemos á Grande Loja Francesa Masculina do Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraïm, da Ordem Maçónica Internacional do Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraïm.

Memphis Misraïm, uma Franco-Maçonaria diferente, uma via Espiritual Ocidental. O Antigo Egipto faz-nos sonhar e é uma das raízes da nossa civilização. A iniciação faz-nos retornar ás suas origens. O Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraïm encontra nos mistérios desta antiga civilização os seus ensinamentos.

A Ordem Maçónica Internacional do Rito Antigo e Primitivo de Memphis Misraïm confiou-nos a responsabilidade do desenvolvimento do Rito em Portugal, desde 3 de Maio de 2008, com a instalação e consagração da R.'.L.'. Phoenix nº 207 a O.'. de Lisboa.

Fez-se, desta forma, história na Maçonaria Portuguesa.

Somos em Portugal, os descendentes directos das mais antigas raizes do Rito, como fundamenta a "linhagem" dos nossos Mui Queridos Grão-Mestres Mundiais:

1838 - Jean-Etienne Marconis - França
1869 - Marquis de Beauregard - Egipto
1874 - Salvatore A. Zola - Egipto
1881 - Joseph Garibaldi - Itália
1900 - Ferdinand Delli Odi - Itália
1902 - John Yarker Grande ‑ Bretanha
1913 - Théodore Reuss - Alemanha
1936 - Guérino Troilo - Argentina
1946 - Georges Lagreze - França
1966 - Robert Ambelain - França
1985 - Gérard Kloppel - França
1998 - Cheickna Sylla - Costa do Marfim
2006 - Willy Raemakers - Belgica

O Rito de Memphis-Misraïm está presente em vários países, incluindo França, Bélgica, Inglaterra, Suíça, Itália, Espanha, Portugal, Canadá e E.U.A., as Caraíbas, Brasil, Argentina e Chile, para além de vários países de África, do Oceano Índico e da Austrália.


O Memphis-Misraïm é um Rito de Tradição Egípcia, deísta o que implica uma crença espiritual absoluta, geralmente apelidado pelos generalidade dos Maçons por "Grande Arquitecto do Universo" ou pelos Maçons de Memphis Misraïm por "Sublime Arquitecto de Todos os Mundos", que também pode ser definido como a fonte de amor e da alegria."

http://www.memphismisraim.pt/